Respondendo a mais um desafio da minha amiga Farinho, do blog Noites de Poesia:
1º - Quem admira?
- O meu marido
2º - O que faço nas horas vagas?
- Horas vagas??? Não sei o que é isso…
3º - Características que mais gosto em mim?
- Honestidade, lealdade
4º - Defeito?
- Insegurança, orgulho
5º - O que não suporto nos outros?
- Mentiras, egoísmo
6º - Um medo?
- Ter algum dia Alzheimer
7º - Uma lembrança de infância?
- Escrever bilhetes com pequenas quadras para toda a família
8º - Uma mania?
- Enrolar uma madeixa do cabelo com os dedos
9º - Uma viagem inesquecivel?
- Grécia
10º - Um homem famoso fisicamente bonito?
- Richard Gere
11º - Livro de cabeceira?
- Neste momento “Mistérios de Lisboa” de Camilo Castelo Branco
12º - A canção da minha vida?
- Circo de Feras, dos Xutos e Pontapés
13º - Sou péssima quando?
- Tenho sono, fico rabugenta como um bebé
14º - Sou boa a?
- Ser mãe, mulher, filha, irmã, tia, amiga…
15º - Desafio:
- Para não ser má desafio quem quiser responder ao desafio!
segunda-feira, abril 02, 2007
terça-feira, março 27, 2007
Adeus Poesia

Já não me sinto capaz de escrever poesia…
A escuridão tomou conta do meu corpo,
Falta-me a inspiração, a dor, a alegria,
Só as lágrimas não me fazem um ser morto.
Tanto me alegravam os poemas que escrevia,
Que me saíam da minha alma, do meu coração…
Era tudo como uma doce magia,
Engano meu, triste desilusão.
Digo adeus com o peito a sangrar
Pois morreu o dom que eu pensava ter.
Despeço-me hoje, já farta de chorar,
Agora as palavras são apenas para ler.
domingo, março 18, 2007
Quadro Inacabado
Teu corpo nu nessa tela que pintei,Que um dia, loucamente, amei
Cada linha, cada traço,
Esboçado no teu abraço.
Quantos olhares trocados
No meio de quadros pintados…
Quantos toques e gemidos,
Que um dia demos escondidos
No meio de pincéis, na escuridão,
Rolando doidos no meio do chão…
Quantas tintas misturadas
Com as minhas lágrimas salgadas
Enquanto esperava que chegasses,
E que de novo me amasses…
O quadro ficou inacabado
Quando o teu sopro foi furtado,
E fiquei eu, de novo, suja e cruel,
Das tintas da vida, da tinta do pincel…
Terminei agora com a lembrança
Do teu olhar coberto de esperança.
E sentada vou-te esperar
Até que tua alma me venha buscar!
Vera Silva
segunda-feira, março 12, 2007
Desafio 7
Fui desafiada pela minha amiga Farinho, do blog Noites de Poesia, por isso… aqui vai:
7 coisas que faço muito bem?
- Não sei se faço alguma coisa bem, mas escrever dá-me um prazer imenso;
- Leio muito bem histórias para crianças (e acho que até outras), com entoação e aquelas vozes engraçadas;
- Sou boa ouvinte e muito boa amiga (pelo menos tento ser);
- Faço uma lasanha caseira de comer e chorar por mais;
- Sou óptima a fazer contas de cabeça;
- Sou muito boa mãe (isso sou mesmo!!!)
- Uma coisa que faço bem demais é preocupar-me demais com os outros, mesmo que não mereçam…
7 coisas que detesto?
- Que me mintam;
- Que sejam injustos comigo ou com outros;
- Que me ameacem;- Que me gritem;
- Detesto nunca acertar no Euromilhões;
- Experimentar roupa quando a vou comprar;
- Feijão.
7 coisas que me atraiem no sexo oposto?
- Inteligência;
- Sentido de humor;
- O olhar;
- Romantismo;
- Ser Amigo;
- Um certo q.b. de malícia (no bom sentido);
- O rabiosque bem feito!!!
7 coisas que costumo dizer?
- Filhota despacha-te;
- Amo-te;
- Amor;
- Princesinha, anda cá;
- Para a mesa!!!!!!!;
- Porra;
- Tens razão…
E para finalizar, tenho que lançar o desafio. Desculpem, não têm que aceitar, mas aqui vai:
Ângela, João Filipe; Mina, Cris e Alex!!!
Um beijo aos felizes premiados e a todos os outros!
7 coisas que faço muito bem?
- Não sei se faço alguma coisa bem, mas escrever dá-me um prazer imenso;
- Leio muito bem histórias para crianças (e acho que até outras), com entoação e aquelas vozes engraçadas;
- Sou boa ouvinte e muito boa amiga (pelo menos tento ser);
- Faço uma lasanha caseira de comer e chorar por mais;
- Sou óptima a fazer contas de cabeça;
- Sou muito boa mãe (isso sou mesmo!!!)
- Uma coisa que faço bem demais é preocupar-me demais com os outros, mesmo que não mereçam…
7 coisas que detesto?
- Que me mintam;
- Que sejam injustos comigo ou com outros;
- Que me ameacem;- Que me gritem;
- Detesto nunca acertar no Euromilhões;
- Experimentar roupa quando a vou comprar;
- Feijão.
7 coisas que me atraiem no sexo oposto?
- Inteligência;
- Sentido de humor;
- O olhar;
- Romantismo;
- Ser Amigo;
- Um certo q.b. de malícia (no bom sentido);
- O rabiosque bem feito!!!
7 coisas que costumo dizer?
- Filhota despacha-te;
- Amo-te;
- Amor;
- Princesinha, anda cá;
- Para a mesa!!!!!!!;
- Porra;
- Tens razão…
E para finalizar, tenho que lançar o desafio. Desculpem, não têm que aceitar, mas aqui vai:
Ângela, João Filipe; Mina, Cris e Alex!!!
Um beijo aos felizes premiados e a todos os outros!
segunda-feira, março 05, 2007
Palavras de Amor
Não há palavras de amor tão abrangentes
Que digam tudo o que sinto por ti,
Só dizendo-te mil, todas diferentes,
Perceberias o amor que nunca te escondi.
Amo-te hoje, amanhã, ontem…
Em cada dia da minha alegre vida!
Amo-te até que finalmente se esgotem
As palavras e a letra adormecida!
E quero-te, com uma força abismal,
Sempre a meu lado, meu terno marido!
És o meu deus, absoluto e genial,
E por te amar a vida faz sentido.
E desejo-te, com um desejo e sofreguidão,
Teu corpo, tua alma, teu ser em mim!
És o senhor supremo do meu coração,
Soberano do meu reino até ao fim.
E venero-te, por todos os feitos grandiosos,
Por cada passo em frente que deste.
E se existem homens maravilhosos
Estás entre eles, por tudo o que fizeste!
E adoro-te! E como te adoro!!!
Mas tanto, com tamanha paixão!
Se estou longe de ti choro
Até voltares e derrubares a solidão.
Como te amo tanto, com ardor,
Meu príncipe encantado, minha alegria!
És e serás sempre o meu grande amor
E a ti dedico esta doce poesia!
Que digam tudo o que sinto por ti,
Só dizendo-te mil, todas diferentes,
Perceberias o amor que nunca te escondi.
Amo-te hoje, amanhã, ontem…
Em cada dia da minha alegre vida!
Amo-te até que finalmente se esgotem
As palavras e a letra adormecida!
E quero-te, com uma força abismal,
Sempre a meu lado, meu terno marido!
És o meu deus, absoluto e genial,
E por te amar a vida faz sentido.
E desejo-te, com um desejo e sofreguidão,
Teu corpo, tua alma, teu ser em mim!
És o senhor supremo do meu coração,
Soberano do meu reino até ao fim.
E venero-te, por todos os feitos grandiosos,
Por cada passo em frente que deste.
E se existem homens maravilhosos
Estás entre eles, por tudo o que fizeste!
E adoro-te! E como te adoro!!!
Mas tanto, com tamanha paixão!
Se estou longe de ti choro
Até voltares e derrubares a solidão.
Como te amo tanto, com ardor,
Meu príncipe encantado, minha alegria!
És e serás sempre o meu grande amor
E a ti dedico esta doce poesia!
Vera Silva
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
O Lançamento
Queridos amigos, depois de tantos pedidos, aqui vos conto como tudo correu...
Foi tudo maravilhoso, um dia que nunca esquecerei! Nunca pensei que corresse tão bem e que fosse tanta gente!
Cheguei um pouco antes da hora para arrumar os livros. Depois perto da hora as pessoas começaram a chegar. Pessoas amigas, família e alguma pessoas de blogs, que nunca tinha visto mas que reconheci algumas imediatamente, o que se torna engraçado e curioso. Também foram pessoas do site Luso-Poemas e outras que a própria Câmara convidou.
Numa mesa sentei-me eu ao meio, a minha sobrinha do lado direito e o Senhor Vereador da Cultura do lado esquerdo. Perto de nós sentou-se a senhora directora da Biblioteca que ía apresentando as pessoas.
Primeiro a minha sobrinha Filipa fez a apresentação do livro, num discurso lindo. De seguida eu... "obrigada a todos por partlharem este dia tão especial comigo". Fui uma vergonha mesmo!!! Depois falou o Senhor Vereador da Cultura. Disse umas palavras bonitas sobre novos autores, sobre a poesia, e ainda leu um poema.
Depois uma amiga leu uns poemas e a minha irmã mais velha leu um também e uma mensagem do meu amigo Cadinho RoCo.
Cheguei um pouco antes da hora para arrumar os livros. Depois perto da hora as pessoas começaram a chegar. Pessoas amigas, família e alguma pessoas de blogs, que nunca tinha visto mas que reconheci algumas imediatamente, o que se torna engraçado e curioso. Também foram pessoas do site Luso-Poemas e outras que a própria Câmara convidou.
Numa mesa sentei-me eu ao meio, a minha sobrinha do lado direito e o Senhor Vereador da Cultura do lado esquerdo. Perto de nós sentou-se a senhora directora da Biblioteca que ía apresentando as pessoas.
Primeiro a minha sobrinha Filipa fez a apresentação do livro, num discurso lindo. De seguida eu... "obrigada a todos por partlharem este dia tão especial comigo". Fui uma vergonha mesmo!!! Depois falou o Senhor Vereador da Cultura. Disse umas palavras bonitas sobre novos autores, sobre a poesia, e ainda leu um poema.
Depois uma amiga leu uns poemas e a minha irmã mais velha leu um também e uma mensagem do meu amigo Cadinho RoCo.
Por fim, eu consegui ler um poema e dizer mais algumas palavras (poucas).
No final passou-se para os autógrafos e o Senhor Vereador quis ser o primeiro, passou-me o livro para a frente e foi o 1º que assinei mesmo!
De seguida viereram muitos mais... Estive lá sentada, a receber beijos, elogios e a assinar livros e livros e livros e a conhecer pessoas maravilhosas!
De seguida viereram muitos mais... Estive lá sentada, a receber beijos, elogios e a assinar livros e livros e livros e a conhecer pessoas maravilhosas!
Entretanto a Biblioteca serviu o tal porto de honra.
O meu marido estava super orgulhoso e a minha filha andou a tirar fotos e estava muito feliz!Agradeço aqui aos meus amigos blogueiros que estiveram comigo: Maria, Alexandre e Vitor e aos Luso-Poetas Pedro Lopes e Vanda. Adorei conhecer-vos!
Um obrigada também a quem não pode estar presente, mas que sei que queria estar e a todos que me enviaram mensagens muito carinhosas, dando-me muito apoio neste momento de nervos!
E um agradecimento muito especial ao meu marido e à minha filha, por tudo o que me aturaram nos dias anteriores!
E um agradecimento muito especial ao meu marido e à minha filha, por tudo o que me aturaram nos dias anteriores!
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Convite
tem a honra de convidar V. Exas. a assistir
à Sessão de Lançamento
do livro de Poesia "Pétalas Soltas" de Vera Silva,
a ter lugar no dia 24 de Fevereiro, pelas 17 horas,
na Boblioteca Municipal da Amadora
(Rua Capitão Plácido de Abreu - Venteira)
Será servido um Porto de Honra
Será servido um Porto de Honra
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Princesa Feliz
Princesa enxuga os teus olhos,
Minha alegria é ver-te sorrir
Adoro tomar conta dos teus sonhos
E zelar pelo teu terno dormir.
Como gostaria de te dar
Todas as riquezas deste Mundo
E desde o dia acordar
Ter-te comigo cada segundo.
Tomara ser a rainha do mar
Oferecer-te toda a sua imensidão.
Ter a certeza que todos te vão amar
E que manterás sempre esse belo coração.
E se fosse eu que mandasse no céu
Dar-te-ia toda aquela bela cor
O reino da paz seria só teu
E tu reinarias com todo o teu amor.
Minha filha, por ti daria a vida,
És o tesouro que eu sempre quis.
É por te ter agora aqui comigo
Que a minha vida é tão perfeita e feliz.
domingo, fevereiro 04, 2007
Desamor

É crime não me amares como eu te amo,
Não escutares os versos que te declamo…
Ignorares a minha essência de mulher
Madura, que sabe o que quer.
É pecado continuares a agir assim,
Quase zombando de mim,
Que te dedico todo o meu amor,
E que transformas apenas em dor.
É loucura agora a minha vida,
Senti-la assim meia perdida.
Deitar ao vento tanto querer,
E pedir a Deus que acabe com este sofrer.
É uma verdadeira insanidade,
Talvez até pura maldade
Desejar-te tanto mal agora,
Voltar-te as costas e ir embora.
Não escutares os versos que te declamo…
Ignorares a minha essência de mulher
Madura, que sabe o que quer.
É pecado continuares a agir assim,
Quase zombando de mim,
Que te dedico todo o meu amor,
E que transformas apenas em dor.
É loucura agora a minha vida,
Senti-la assim meia perdida.
Deitar ao vento tanto querer,
E pedir a Deus que acabe com este sofrer.
É uma verdadeira insanidade,
Talvez até pura maldade
Desejar-te tanto mal agora,
Voltar-te as costas e ir embora.
domingo, janeiro 28, 2007
Voa, voa!
Voa, meu amor voa!
Abre as asas ao vento…
Ficarei eu chorando,
Contigo no pensamento.
Voa, agora livre, vai!
Descobre a terra e o mar…
As saudades ficam comigo,
As lágrimas vão-me amparar.
Voa, agora com a tua alma,
Que tanto me amou em vida…
Eu aceno-te com o lenço
Nesta triste despedida.
Voa, meu papagaio lindo!
Beija as estrelas por mim…
Eu sei que me esperarás
Quando eu chegar ao fim.
Voa, voa Louro!
Abre as asas ao vento…
Ficarei eu chorando,
Contigo no pensamento.
Voa, agora livre, vai!
Descobre a terra e o mar…
As saudades ficam comigo,
As lágrimas vão-me amparar.
Voa, agora com a tua alma,
Que tanto me amou em vida…
Eu aceno-te com o lenço
Nesta triste despedida.
Voa, meu papagaio lindo!
Beija as estrelas por mim…
Eu sei que me esperarás
Quando eu chegar ao fim.
Voa, voa Louro!
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Mendiga

Quando a noite cai sobre mim
Deito-me envolvida pela escuridão,
Tapada com o manto das estrelas,
Contemplando a lua com emoção.
No meu rosto, o véu da melancolia,
Com lágrimas que correm perdidas…
Sou apenas mais um número,
Estatística de pessoas esquecidas.
Quem passa, finge que não me vê,
Sou vagabunda transparente…
Se tenho fome ou sinto frio,
A todos é indiferente.
Sem roupa decente para vestir,
E mais parecendo um espantalho,
Ninguém me abre uma porta,
Como vou eu arranjar trabalho?
De dia ando pelas ruas,
Pedindo, com um pouco de esperança,
Sendo animada por vezes
Pelo sorriso de uma criança.
Já um dia fui feliz
E passei pelos outros sem os ver.
Mal sabia eu que me esperava
Ficar na rua, tudo perder.
Deito-me envolvida pela escuridão,
Tapada com o manto das estrelas,
Contemplando a lua com emoção.
No meu rosto, o véu da melancolia,
Com lágrimas que correm perdidas…
Sou apenas mais um número,
Estatística de pessoas esquecidas.
Quem passa, finge que não me vê,
Sou vagabunda transparente…
Se tenho fome ou sinto frio,
A todos é indiferente.
Sem roupa decente para vestir,
E mais parecendo um espantalho,
Ninguém me abre uma porta,
Como vou eu arranjar trabalho?
De dia ando pelas ruas,
Pedindo, com um pouco de esperança,
Sendo animada por vezes
Pelo sorriso de uma criança.
Já um dia fui feliz
E passei pelos outros sem os ver.
Mal sabia eu que me esperava
Ficar na rua, tudo perder.
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Dá-me a tua mão

Amor, dá-me a tua mão,
Vamos correr pela areia molhada…
Banhar nossos corpos nas ondas,
Até chegar a lua dourada
E invadir a noite de sombras.
Amor, dá-me a tua mão,
Vamos passear naquele jardim…
Ouvir os pássaros nos ninhos,
Ver as flores com pétalas de marfim,
Enquanto partilhamos carinhos…
Amor, dá-me a tua mão,
Vamos deitar-nos naquele verde campo…
Esperar, até o sol, enfim, se pôr,
Para encher nossos olhos de encanto,
Enquanto trocamos juras de amor.
Vamos correr pela areia molhada…
Banhar nossos corpos nas ondas,
Até chegar a lua dourada
E invadir a noite de sombras.
Amor, dá-me a tua mão,
Vamos passear naquele jardim…
Ouvir os pássaros nos ninhos,
Ver as flores com pétalas de marfim,
Enquanto partilhamos carinhos…
Amor, dá-me a tua mão,
Vamos deitar-nos naquele verde campo…
Esperar, até o sol, enfim, se pôr,
Para encher nossos olhos de encanto,
Enquanto trocamos juras de amor.
terça-feira, janeiro 09, 2007
Pátria

Ai! Se eu pudesse fazer ouvir a minha voz,
Gritar bem alto o que Portugal sente…
Choraria lágrimas de sangue por todos nós,
Portugueses, tratados como se não fossem gente.
Desemprego, impostos, suborno, corrupção,
São agora o pão nosso de cada dia.
Esmagam-nos a alma e o coração,
Roubam-nos toda a nossa alegria.
Estes homens que governam o país
Ambicionando apenas enriquecer,
Arranjam tachos e ainda se diz
Que tudo fazem para o povo não sofrer.
Quem dera haver um dia um Presidente
Que viesse acabar com todo o nosso mal,
Com justiça levar o país em frente,
Erguendo de novo a bandeira de Portugal!
Gritar bem alto o que Portugal sente…
Choraria lágrimas de sangue por todos nós,
Portugueses, tratados como se não fossem gente.
Desemprego, impostos, suborno, corrupção,
São agora o pão nosso de cada dia.
Esmagam-nos a alma e o coração,
Roubam-nos toda a nossa alegria.
Estes homens que governam o país
Ambicionando apenas enriquecer,
Arranjam tachos e ainda se diz
Que tudo fazem para o povo não sofrer.
Quem dera haver um dia um Presidente
Que viesse acabar com todo o nosso mal,
Com justiça levar o país em frente,
Erguendo de novo a bandeira de Portugal!
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Jeito de Amar

São gotas de água que caem
E lavam a alma da gente,
Os nossos pecados saem
Branqueando o coração que sente.
Coração infiel que dói
Alimenta-se de tórrida paixão,
Que a nossa alma mói
Fazendo perder a razão.
Abandona-nos a lucidez,
Em troca de tanto sofrer.
Mas, mal nos erguemos outra vez,
Já estamos de novo a querer.
Amor! Louco sentimento!
Não o entenderei jamais…
Faz quem ama perder o tento
E amar sempre demais!
E lavam a alma da gente,
Os nossos pecados saem
Branqueando o coração que sente.
Coração infiel que dói
Alimenta-se de tórrida paixão,
Que a nossa alma mói
Fazendo perder a razão.
Abandona-nos a lucidez,
Em troca de tanto sofrer.
Mas, mal nos erguemos outra vez,
Já estamos de novo a querer.
Amor! Louco sentimento!
Não o entenderei jamais…
Faz quem ama perder o tento
E amar sempre demais!
domingo, dezembro 31, 2006
Ano Novo

Novo ano, a mesma vida,
Com saúde, paz, amor…
Aproveitando sempre ao máximo
Esta bênção do Senhor!
Cada dia deve ser
Saboreado com alegria,
Sem arrependimentos, com verdade,
Porque a vida é magia!
Fazemos planos, mudanças,
Perseguimos novos ideais,
Sem olharmos para trás,
Porque o passado não volta mais.
Ano novo, só uma vida!
Aproveitemos com ardor!
A vida só importa
Quando a vivemos com amor!
Com saúde, paz, amor…
Aproveitando sempre ao máximo
Esta bênção do Senhor!
Cada dia deve ser
Saboreado com alegria,
Sem arrependimentos, com verdade,
Porque a vida é magia!
Fazemos planos, mudanças,
Perseguimos novos ideais,
Sem olharmos para trás,
Porque o passado não volta mais.
Ano novo, só uma vida!
Aproveitemos com ardor!
A vida só importa
Quando a vivemos com amor!

Feliz 2007 a todos!
Que a felicidade seja a vossa fiel companheira
de todos os dias!
quinta-feira, dezembro 28, 2006
domingo, dezembro 24, 2006
terça-feira, dezembro 19, 2006
Saudades

Dói demais este vil sentimento
Que carrego há anos no meu peito,
Transformado já em desalento,
Que não há forma de sair do meu leito.
Nestas noites de Inverno, geladas,
É apenas ele que me acompanha.
Não me aquece, mas corta-me, sem espadas,
E bebe do meu sangue que se embrenha.
Saudades! Sim, são elas que me matam!
Magoam, dilaceram, sufocam sem perdão…
Tento viver, mas elas não desatam
Que carrego há anos no meu peito,
Transformado já em desalento,
Que não há forma de sair do meu leito.
Nestas noites de Inverno, geladas,
É apenas ele que me acompanha.
Não me aquece, mas corta-me, sem espadas,
E bebe do meu sangue que se embrenha.
Saudades! Sim, são elas que me matam!
Magoam, dilaceram, sufocam sem perdão…
Tento viver, mas elas não desatam
Este nó cego que deram no meu coração.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Carta ao Pai Natal

Meu querido Pai Natal,
Velhinho de barbas branquinhas,
Promete-me que este ano
Te lembras de todas as criancinhas.
Aquele menino tão pobre
Que nem tem o que comer,
Traz-lhe para o lar abundância
Para que a fome, não mais o faça sofrer.
Aquela velhinha que passa
Dias sofridos de solidão,
Traz-lhe a família de volta
Para juntos viverem em paz e união.
A todos que estão doentes
E vivem em hospitais,
Dá-lhes a cura e saúde
Para que não sofram mais.
A todos os Homens que vivem
Pensando na guerra e na dor,
Oferece-lhes um novo coração
Repleto de paz e amor.
Espalha por toda a humanidade
Os preciosos ensinamentos de Jesus,
E faz com que todos os caminhos
Sejam plenos de alegria e luz!
Torna este dia tão belo,
Ainda mais mágico e especial,
E faz com que nos lembremos
Que todos os dias podem ser de Natal!
Velhinho de barbas branquinhas,
Promete-me que este ano
Te lembras de todas as criancinhas.
Aquele menino tão pobre
Que nem tem o que comer,
Traz-lhe para o lar abundância
Para que a fome, não mais o faça sofrer.
Aquela velhinha que passa
Dias sofridos de solidão,
Traz-lhe a família de volta
Para juntos viverem em paz e união.
A todos que estão doentes
E vivem em hospitais,
Dá-lhes a cura e saúde
Para que não sofram mais.
A todos os Homens que vivem
Pensando na guerra e na dor,
Oferece-lhes um novo coração
Repleto de paz e amor.
Espalha por toda a humanidade
Os preciosos ensinamentos de Jesus,
E faz com que todos os caminhos
Sejam plenos de alegria e luz!
Torna este dia tão belo,
Ainda mais mágico e especial,
E faz com que nos lembremos
Que todos os dias podem ser de Natal!
terça-feira, dezembro 12, 2006
Menina

Menina, porque choras,
Se estás na flor da idade?
Não sabes tu que te espera
Ainda tanta maldade…
Menina, porque choras,
Por alguém que te faz sofrer?
Não sabes tu que um dia
Alguém que amas te irá querer…
Menina, porque choras,
Por alguém que já partiu?
Não entendes que foi feliz
Porque o teu sorriso viu…
Menina, porque choras,
Perdendo tempo precioso?
Não sabes ainda que ter amigos
É o bem mais precioso…
Menina, porque choras,
Agora na minha presença?
Tens que aprender a ser feliz
Aceitando a indiferença…
Menina, porque choras,
Com tanto azedume e vontade?
Lava a cara e sorri,
Deixa entrar a felicidade…
Se estás na flor da idade?
Não sabes tu que te espera
Ainda tanta maldade…
Menina, porque choras,
Por alguém que te faz sofrer?
Não sabes tu que um dia
Alguém que amas te irá querer…
Menina, porque choras,
Por alguém que já partiu?
Não entendes que foi feliz
Porque o teu sorriso viu…
Menina, porque choras,
Perdendo tempo precioso?
Não sabes ainda que ter amigos
É o bem mais precioso…
Menina, porque choras,
Agora na minha presença?
Tens que aprender a ser feliz
Aceitando a indiferença…
Menina, porque choras,
Com tanto azedume e vontade?
Lava a cara e sorri,
Deixa entrar a felicidade…
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Insónia Mágica

Esta noite ganhei asas!
Em sonhos percorri teu mundo…
No silêncio, toquei teu corpo
Foste meu por um segundo.
Vi ao longe a imensidão do céu!
Gritei o teu nome sem fim…
Perdi-me na sombra de um véu
De magia, que entrou em mim!
Que horizonte é esse, será que existe?
Entrei contigo em teus pensamentos.
Senti a dor, torturante e triste!
Uma lágrima desceu, chorei! Não me leves a mal!
É somente mais uma noite de insónia,
Pois na minha direcção tudo ainda é igual.
Autoras: Ivanete de Souza e Vera Silva
terça-feira, novembro 28, 2006
Silêncio

Shiuuu!
Fica aqui comigo, em silêncio...
Não digas nada agora!
Dá-me a tua mão, olha-me nos olhos,
Ouve o som da minha alma que chora!
Shiuuu!
Ouves finalmente o que sinto por ti?
Um puro amor, tão grande querer...
Por vezes, quando estás longe,
O meu peito, de saudades, chega a doer.
Shiuuu!
O silêncio vale mais que todas as palavras.
Mostra-me, faz-me sentir o que sentes por mim!
Tira-me este nó maldito do coração
Apertado, como as fitas de cetim.
Shiuuu!
Estou farta das vãs promessas que me fazes,
Feres-me os sentidos, soam a traição.
Só aceito agora as tuas juras de amor eterno,
Se as fizeres com a alma e o coração.
Shiuuu!
Diz-me em silêncio quanto me amas...
Escuta a minha alma, ouve a minha dor!
Afasta os maus presságios do nosso caminho,
Promete-me, com os olhos, todo o teu amor!
segunda-feira, novembro 27, 2006
Adolescente

É tão linda a ingenuidade
De um amor adolescente,
Em que se acredita de verdade
Que vai durar para sempre!
O corpo toma novas formas
Pensam que já têm muita idade,
Mas não sabem o sabor
Da verdadeira responsabilidade.
Os amigos são refúgio
Dos sábios conselhos dos pais,
Mas perante uma tristeza,
Os mimos não são demais.
Querem crescer mais depressa,
Vivem como se o mundo fosse acabar,
Sem saborear os momentos
Que a vida lhes está a proporcionar.
A imagem é o que mais importa,
Sem interessar o seu interior...
Apenas a vida lhes pode ensinar
O que realmente tem valor.
Também eu já fui assim...
E agora... que saudade!
Leva-me, tempo, outra vez,
De volta à minha mocidade!
quinta-feira, novembro 23, 2006
O Menino e a Guerra

Que som é este que te acorda
Desse teu tranquilo dormir?
Menino que choras a guerra
Sem ter para onde fugir!
Ecoam os sons das bombas,
Já nem conheces a estrada
Que te levava à escola,
E da qual não resta nada…
Estremeces e ouves mais gritos,
Nada resta do teu lar…
Onde estarão os teus pais?
Não ousas sequer perguntar…
Pobre menino órfão,
Que não entendes porque matam
Estes homens, cheios de ódio,
Que tudo à volta despedaçam.
Com um olhar tão vazio,
Imploras a Deus em pranto,
Que te leve para longe
Dessa vida sem encanto.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Ama-me!

Ama-me!
Fazes-me enlouquecer,
Meu corpo contorce-se de prazer!
Quero-te pertencer,
Sinto-me desfalecer!
Ama-me!
Descobre meu tesouro escondido,
Percorre meu corpo enlouquecido…
Vê como o puseste aquecido!
Faz-me tua, meu bandido!
Ama-me!
Sente meu coração pular,
Minha boca teu nome gritar,
Nossos corpos juntos a balançar,
E ao mesmo ritmo dançar!
Ama-me!
Esta noite e dia após dia,
Com encanto e com magia,
Como um amor que se contagia,
Faz da minha tristeza alegria!
quarta-feira, novembro 15, 2006
Solidão

Oh solidão, que te apoderaste do meu ser,
Que a toda a hora me acompanhas.
É também teu o meu sofrer,
É em minhas lágrimas que te banhas.
Agora dia e noite não estou só,
Prometes estar comigo até ao fim,
Talvez por pena ou por dó
Preenches o vazio que há em mim.
E à noite, como que em segredo,
Deitas-te na cama a meu lado,
Junto de ti adormeço sem medo
E agradeço por te teres aproximado.
Se não fosses tu, amiga solidão,
Quem teria eu comigo agora?
Todos me abandonaram sem sequer
Meditarem porquê que meu coração chora.
Minha amiga, a quem eu já
Trato por tu, por tão bem conhecer.
És a única que me escoltas
Neste turbilhão do meu sofrer.
segunda-feira, novembro 13, 2006
Pertenço-te
Meu amor, a ti me dou,
Entrego todo o meu ser.
Em ti confio, e acredito
Que nunca me farás sofrer.
Meu amor, eu sou tua,
Meu corpo e alma te pertencem.
Mesmo após todo este tempo
Teus beijos me enlouquecem.
Meu amor, sinto-me segura,
Que paz sinto ao te abraçar.
És meu porto, minha âncora,
Teus braços são meu lugar.
Meu amor, amar-te-ei sempre,
Meu destino é o teu coração.
És meu caminho, minha luz,
Minha alma, minha razão.
Entrego todo o meu ser.
Em ti confio, e acredito
Que nunca me farás sofrer.
Meu amor, eu sou tua,
Meu corpo e alma te pertencem.
Mesmo após todo este tempo
Teus beijos me enlouquecem.
Meu amor, sinto-me segura,
Que paz sinto ao te abraçar.
És meu porto, minha âncora,
Teus braços são meu lugar.
Meu amor, amar-te-ei sempre,
Meu destino é o teu coração.
És meu caminho, minha luz,
Minha alma, minha razão.
sexta-feira, novembro 10, 2006
No centro do Mundo!

Estrelinha que brilhas no céu,
Lá bem alto, longe de mim,
Diz que teu brilho é só meu,
Que só por mim brilhas assim!
Meu sol, lindo e quentinho,
Porque desapareces tanto tempo?
Vais dormir bem escondidinho,
Comigo no pensamento?
Minha lua que te transformas!
A noite sem ti é escura.
Diz-me que sempre que a adornas
É para ver minha figura!
Nuvem branca e fofinha,
Diz que é a mim que queres beijar!
E por isso lanças chuvinha
Só para me acariciar!
Meu céu azul, tão adorado,
Com tanta beleza a te compor,
Já sei porque estás em todo o lado,
É só para me falares de amor!
quinta-feira, novembro 09, 2006
Desafio das manias
A Angela "apanhou-me".... e pediu para aceitar o Desafio das Manias.
Cada bloguista participante tem de enunciar 5 manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher 5 outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogs aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blog.
Então aqui vai:
1º- quando saio de casa acho sempre que me falta alguma coisa;
2º- ler enquanto ando na rua (sim, já fui contra alguns objectos...);
3º- quando escrevo um poema acho sempre que está horrível e apetece-me apagá-lo;
4º- comer depressa, andar depressa, sempre com pressa...;
5º- mandar um milhão e meio de sms ao meu marido todos os dias!
Agora é a vez de:
Farinho
FF
João Filipe
Isabel
Melinha
Cada bloguista participante tem de enunciar 5 manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher 5 outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogs aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blog.
Então aqui vai:
1º- quando saio de casa acho sempre que me falta alguma coisa;
2º- ler enquanto ando na rua (sim, já fui contra alguns objectos...);
3º- quando escrevo um poema acho sempre que está horrível e apetece-me apagá-lo;
4º- comer depressa, andar depressa, sempre com pressa...;
5º- mandar um milhão e meio de sms ao meu marido todos os dias!
Agora é a vez de:
Farinho
FF
João Filipe
Isabel
Melinha
terça-feira, novembro 07, 2006
És meu Amor
És feiticeiro poderoso,
Quando me lanças teu olhar e me sorris
Com tua magia, que mais não é que teu amor!
Fazes-me sentir feliz!
És deus do Olimpo,
Quando me dás a tua mão,
Símbolo da tua enorme bondade.
E do teu grande coração!
És natureza maravilhosa,
Que me envolves em teu redor,
Com força e delicadeza,
Rodeando-me de amor!
És Verão, Primavera!
Tens a força de um leão.
És o ser que preenche,
O meu apaixonado coração!
És quem me faz feliz,
Um marido de coragem,
Minha alma gémea, meu amor,
Assim te presto esta homenagem!
Quando me lanças teu olhar e me sorris
Com tua magia, que mais não é que teu amor!
Fazes-me sentir feliz!
És deus do Olimpo,
Quando me dás a tua mão,
Símbolo da tua enorme bondade.
E do teu grande coração!
És natureza maravilhosa,
Que me envolves em teu redor,
Com força e delicadeza,
Rodeando-me de amor!
És Verão, Primavera!
Tens a força de um leão.
És o ser que preenche,
O meu apaixonado coração!
És quem me faz feliz,
Um marido de coragem,
Minha alma gémea, meu amor,
Assim te presto esta homenagem!
sexta-feira, novembro 03, 2006
Beijos

Tenho fome de beijos,
Dos que acendem mil desejos
E enchem a vida de poesia!
Tenho sede dos teus lábios,
Que beijam como grandes sábios
Cobertos de sabedoria!
Quero ser beijada agora,
E pela noite fora,
Até ficar com os lábios dormentes!
Quero sentir beijos suaves,
Que como os grandes milagres,
São sempre doces e diferentes!
Quero um beijo com ternura,
Seguido de um com loucura,
Que me eleve a alma ao céu!
Quero beijos agora aqui,
Quero beijar-te sempre a ti,
Que bom teu beijo, amor meu!
quarta-feira, novembro 01, 2006
Juntos e Sós
Escapas-me por entre os dedos,
Escorrendo entre eles como areia.
Escondes-me segredos
Desvalorizando o que a vida te premeia.
Queria contigo partilhar
Tuas alegrias, tuas dores...
Mas teimas em as deitar
Entre os lençóis frios e os cobertores.
De longe te olho e te aceno,
Num gesto exclusivo de solidão.
Continuas impávido e sereno,
Unificado só em tua razão.
Impossibilitas todas as tentativas
De sermos, tu e eu, um "nós".
Não partilhamos nossas vidas,
Vivemos juntos, mas sós...
Escorrendo entre eles como areia.
Escondes-me segredos
Desvalorizando o que a vida te premeia.
Queria contigo partilhar
Tuas alegrias, tuas dores...
Mas teimas em as deitar
Entre os lençóis frios e os cobertores.
De longe te olho e te aceno,
Num gesto exclusivo de solidão.
Continuas impávido e sereno,
Unificado só em tua razão.
Impossibilitas todas as tentativas
De sermos, tu e eu, um "nós".
Não partilhamos nossas vidas,
Vivemos juntos, mas sós...
segunda-feira, outubro 30, 2006
Obrigada!
A ti, Ângela! http://esbocodepalavras.blogspot.com/
A vida não é um conto de fadas,
Mas transforma-se muitas vezes, por magia,
Quando temos amigas dedicadas,
Que nos enchem os dias de alegria!
Quando o céu está cinzento,
Basta uma palavra de conforto,
Para um arco-íris nos dar alento
A nosso coração absorto.
Nos momentos de infelicidade,
Ou, até, de grande solidão,
Sei que conto com tua amizade,
Por isso aqui fica minha gratidão!
E meus momentos de estonteante alegria,
É contigo que os quero partilhar!
Sei que rirás comigo em sintonia,
Por isso te agradeço sem cessar.
Obrigada por seres maravilhosa!
Obrigada por tudo o que tu és!
Obrigada por me comparares a uma rosa!
Obrigada! Fiquei rendida! Estou a teus pés!
A vida não é um conto de fadas,
Mas transforma-se muitas vezes, por magia,
Quando temos amigas dedicadas,
Que nos enchem os dias de alegria!
Quando o céu está cinzento,
Basta uma palavra de conforto,
Para um arco-íris nos dar alento
A nosso coração absorto.
Nos momentos de infelicidade,
Ou, até, de grande solidão,
Sei que conto com tua amizade,
Por isso aqui fica minha gratidão!
E meus momentos de estonteante alegria,
É contigo que os quero partilhar!
Sei que rirás comigo em sintonia,
Por isso te agradeço sem cessar.
Obrigada por seres maravilhosa!
Obrigada por tudo o que tu és!
Obrigada por me comparares a uma rosa!
Obrigada! Fiquei rendida! Estou a teus pés!
sexta-feira, outubro 27, 2006
Mudança
Mudei o sopro do vento,
Sopra agora para sul,
Mudei a cor do céu,
Está pintada em tons de azul.
Mudei o cheiro das flores,
Têm agora novo perfume.
Mudei o coração dos homens
Que emanavam azedume.
Mudei o meu olhar sobre o mundo,
Ganhei força e nova vida.
Mudei a minha forma de ver,
Esqueci e fui esquecida.
Mudei o meu coração
E decidi de novo amar
Mudei o que de pior tinha
E estou feliz só por mudar.
Sopra agora para sul,
Mudei a cor do céu,
Está pintada em tons de azul.
Mudei o cheiro das flores,
Têm agora novo perfume.
Mudei o coração dos homens
Que emanavam azedume.
Mudei o meu olhar sobre o mundo,
Ganhei força e nova vida.
Mudei a minha forma de ver,
Esqueci e fui esquecida.
Mudei o meu coração
E decidi de novo amar
Mudei o que de pior tinha
E estou feliz só por mudar.
terça-feira, outubro 24, 2006
Mais uma noite...
Mais uma noite que, enfim, chegou,
Esperei novamente por ti.
Em lágrimas e convulsões adormeci,
Junto a um telefone que não tocou.
Nas noite que vinhas, que loucura!!!
Nossos corpos só de cansaço adormeciam,
Nossos beijos palavras de amor diziam...
Via em ti louco amor, doida ternura.
Mandei-te embora naquela noite chuvosa,
Farta de ser apenas tua amante.
Não parei para pensar um instante
Que me farias uma falta tortuosa.
Tomara agora ver-te aqui entrar,
Ouvir-te dizer que és só meu...
A lua brilharia forte no céu,
Dedicaria a minha vida a te amar!
Mas tu não chegas...
E mais uma noite que, enfim, chegou...
Esperei novamente por ti.
Em lágrimas e convulsões adormeci,
Junto a um telefone que não tocou.
Nas noite que vinhas, que loucura!!!
Nossos corpos só de cansaço adormeciam,
Nossos beijos palavras de amor diziam...
Via em ti louco amor, doida ternura.
Mandei-te embora naquela noite chuvosa,
Farta de ser apenas tua amante.
Não parei para pensar um instante
Que me farias uma falta tortuosa.
Tomara agora ver-te aqui entrar,
Ouvir-te dizer que és só meu...
A lua brilharia forte no céu,
Dedicaria a minha vida a te amar!
Mas tu não chegas...
E mais uma noite que, enfim, chegou...
sábado, outubro 21, 2006
Inspiração
Encontrei em ti amor ardente,
Fazes parte de mim, do meu mundo,
Não sais da minha alma um segundo,
Meu coração me dita o que sente.
E se não tenho papel onde escrever,
Ficas tu gravada em pensamento,
Como se eu pudesse esquecer tal talento,
Que depositaste tu em todo o meu ser.
Que momento de gloriosa alegria,
Quando sais finalmente por minha mão!
Apaixonante, bela, por magia!
Apenas sinto uma réstia de nostalgia,
E aguardo em silêncio nova inspiração,
Que só tu me trazes, minha poesia!
quarta-feira, outubro 18, 2006
Maldito
Um olhar a medo para o relógio
Em que as horas teimam em não parar...
Um suspiro, um engolir em seco,
Porque o maldito está a chegar.
Uma tentativa de ter tudo perfeito,
Para que não te possa criticar.
Um último olhar ao espelho,
E o tempo sempre a passar...
Finalmente ouves seus passos,
O teu coração bate apertado...
Pensar que um dia, por este maldito,
Te tenhas apaixonado!
A chave na porta, ele entra,
Dizes "boa noite", com voz embargada.
Ele só pergunta pelo jantar,
Olha-te como se estivesses amaldiçoada.
Não quer saber do teu olho negro,
E tu nem sonhas em te queixar.
Seria dar-lhe mais um motivo
Para de novo te espancar.
Com uma vida tão perfeita,
Quem imaginaria tal sorte?
Agora tudo o que pedes
É que na próxima vez venha a morte.
E teus vizinhos que ouvem,
Que sabem e ficam calados...
Fingem que nada se passa,
Todos eles são CULPADOS!
Foge daí, Mulher! Liberta-te!
Larga esse maldito terror.
Tens direito a Viver!
A ser Feliz! Ao verdadeiro Amor!
Em que as horas teimam em não parar...
Um suspiro, um engolir em seco,
Porque o maldito está a chegar.
Uma tentativa de ter tudo perfeito,
Para que não te possa criticar.
Um último olhar ao espelho,
E o tempo sempre a passar...
Finalmente ouves seus passos,
O teu coração bate apertado...
Pensar que um dia, por este maldito,
Te tenhas apaixonado!
A chave na porta, ele entra,
Dizes "boa noite", com voz embargada.
Ele só pergunta pelo jantar,
Olha-te como se estivesses amaldiçoada.
Não quer saber do teu olho negro,
E tu nem sonhas em te queixar.
Seria dar-lhe mais um motivo
Para de novo te espancar.
Com uma vida tão perfeita,
Quem imaginaria tal sorte?
Agora tudo o que pedes
É que na próxima vez venha a morte.
E teus vizinhos que ouvem,
Que sabem e ficam calados...
Fingem que nada se passa,
Todos eles são CULPADOS!
Foge daí, Mulher! Liberta-te!
Larga esse maldito terror.
Tens direito a Viver!
A ser Feliz! Ao verdadeiro Amor!
sexta-feira, outubro 13, 2006
Senhor da Minha Vida
Infame que roubaste a minha alma,
Meu corpo é o teu alimento,
Não sei já o que é a calma,
Desconheço tão vil sentimento.
Sofro e não vejo uma saída,
Quem me há-de de ti livrar?
Não me pertence já a minha vida,
Encarregaste-te tu de a tirar!
És agora me dono e senhor…
Não vejo que mais possa fazer
Para me livrar de tamanha dor.
Meu ser te quer com tanto ardor,
E sem se importar com meu sofrer,
Entregou-se completo a tanto amor!
Meu corpo é o teu alimento,
Não sei já o que é a calma,
Desconheço tão vil sentimento.
Sofro e não vejo uma saída,
Quem me há-de de ti livrar?
Não me pertence já a minha vida,
Encarregaste-te tu de a tirar!
És agora me dono e senhor…
Não vejo que mais possa fazer
Para me livrar de tamanha dor.
Meu ser te quer com tanto ardor,
E sem se importar com meu sofrer,
Entregou-se completo a tanto amor!
quinta-feira, outubro 12, 2006
Portugal

Portugal, país de descobridores,
Quantos de tua pátria se lançaram ao mar?
Somos um povo de navegadores,
De que sempre nos devemos orgulhar.
Temos poetas, escritores,
O fado para nos encantar!
Temos histórias e lendas de amores,
Que a todos fazem chorar!
Mas agora, meu Portugal,
Que é feito de ti,
Que vive teu povo tão mal?
Tomara por vezes dizer que morri…
Mas ainda há esperança, afinal,
E teu passado não acaba aqui!
sábado, outubro 07, 2006
A Vida é Poesia

A vida é poesia!
Um livro que vem em branco ao nascer,
Que escrevemos uma página em cada dia,
Que preenchemos em cada novo amanhecer!
A vida é poesia!
Quando vejo amor em teu olhar,
Quando me estendem a mão com alegria,
Quando vejo que estou viva ao despertar!
A vida é poesia!
Quando vemos um filho nascer,
Quando nos lança os braços com alegria,
E não nos importamos de envelhecer!
A vida é poesia!
Com cada novo amigo que fazemos,
Que nos encanta com a sua magia,
E está junto de nós mesmo quando perdemos!
A vida é poesia!
Quando lemos um livro que nos alarga os horizontes,
Quando ouvimos aquela música de fantasia,
Quando atravessamos juntos todas as pontes!
A vida é poesia!
Cada minuto tem sua importância,
Aproveitá-lo é nossa obrigação em cada dia,
Vivendo o presente, recordando a infância!
quinta-feira, outubro 05, 2006
Alma Gémea

Na procura incessante da alma gémea
Não descobrimos quem está a nosso lado,
Perdemos tempo, tão precioso,
Na descoberta de algo fabuloso
E não vemos de facto o ser amado,
Que por vezes é para nós indiferente,
Porque procuramos aquele ser indigente,
Que pensamos que nos pertence de coração.
Bem perto, muito próximo,
Temos por vezes o grande amor...
Se o olharmos com olhos de ver,
Aquele ser que nunca nos fez sofrer
E que seria incapaz de nos provocar dor...
Eu olhei, finalmente, em meu redor,
E vi-te a ti, meu amado!
Sempre estiveste mesmo aqui,
Estava cega porque não descobri
Que há muito me tinha apaixonado!
Outono

Caem as folhas das árvores,
Que vão ficando despidas...
Sem vergonha de quem passa
Anunciam o Outono adormecidas.
O céu tornou-se cinzento,
As primeiras chuvas caíram...
Os dias estão mais curtos
E as andorinhas já partiram.
Sinto as minhas lágrimas rolar,
Com tantas saudades do Verão
Nem quero pensar no que tenho que esperar
Para voltar o sol ao meu coração.
quarta-feira, outubro 04, 2006
Despedida
Sentada numa rocha junto ao mar,
Chorei triste a minha vida,
Porque custa sempre dizer adeus
Na hora da despedida.
Sei que em breve partirei
E custa-me deixar-vos desprotegidos,
Mas espero poder ser o anjo
De todos os que me são queridos.
No dia da minha partida
Podem todos olhar para o céu.
Se virem uma nova estrela, brilhante,
Saberão todos que sou eu!
terça-feira, outubro 03, 2006
Lua

Lua feiticeira,
Que brilhas no céu infinito,
Não ouses tu esconder-te.
Ouve o meu grito.
Brilha em lua cheia
Como só tu sabes fazer.
Não me abandones tu agora,
Quando eu estou a sofrer.
Puxa-me com uma corda,
Leva-me para perto de ti,
Só tu ouves minhas preces
E és testemunha do que vivi.
Quando eu estiver contigo
Apaga toda a tua luz,
Para que ninguém me encontre,
Já nada no mundo me seduz.
domingo, outubro 01, 2006
Folha de Papel
Uma folha de papel
Tornada minha confidente,
Partilho com ela a minha alma,
Minha rebelião, minha calma,
Minha loucura, amor ardente.
Folha branca, imaculada,
Sei que nada irás contar.
Em ti confio, cegamente,
Ontem, hoje, para sempre,
Só em ti posso confiar.
Se alguém em ti pegasse,
E em algum momento tentasse
Meus segredos descobrir…
Sei que te tomarias de encanto,
Tornarias tudo branco,
Pois não suportas trair.
Minha amiga de papel,
Contigo partilho minha vida.
A ti conto quem eu amo,
E só tu sabes meu engano,
Perdoa queimar-te à despedida.
Tornada minha confidente,
Partilho com ela a minha alma,
Minha rebelião, minha calma,
Minha loucura, amor ardente.
Folha branca, imaculada,
Sei que nada irás contar.
Em ti confio, cegamente,
Ontem, hoje, para sempre,
Só em ti posso confiar.
Se alguém em ti pegasse,
E em algum momento tentasse
Meus segredos descobrir…
Sei que te tomarias de encanto,
Tornarias tudo branco,
Pois não suportas trair.
Minha amiga de papel,
Contigo partilho minha vida.
A ti conto quem eu amo,
E só tu sabes meu engano,
Perdoa queimar-te à despedida.
Nossa Magia
É magia…
Quando nos amamos em perfeita sintonia.
É amor…
Quando metes na minha boca o teu sabor.
É beleza…
Quando agarras o meu corpo com toda a firmeza.
É união…
Quando me enlouqueces com tanta paixão.
É demais…
Quando me fazes gritar e desejar-te ainda mais.
É ternura…
Quando no final gritamos juntos com loucura.
És tu e eu… Juntos
Quando nos amamos em perfeita sintonia.
É amor…
Quando metes na minha boca o teu sabor.
É beleza…
Quando agarras o meu corpo com toda a firmeza.
É união…
Quando me enlouqueces com tanta paixão.
É demais…
Quando me fazes gritar e desejar-te ainda mais.
É ternura…
Quando no final gritamos juntos com loucura.
És tu e eu… Juntos
Sou como sou...
Sou como o tempo…
Andando em frente,
Coração em leve compasso!
Sou como o vento…
Transparente
Umas vezes calma, leve brisa,
Outras tempostade vinda do espaço!
Sou como o sol…
Luminosa, quente,
Aquecendo tudo em meu redor!
Sou como a lua…
Amante ardente,
Esperando à noite o meu amor!
Sou como uma estrela…
Longinqua, intocável,
Mas acima de tudo brilhante!
Sou como a neve…
Tão branca e fria,
Que quando cai é deslumbrante!
Sou como o mar …
Salgado,
Em que apetece penetrar!
Sou como sou…
Sem pecado,
Amando a vida e quem me amar!
Andando em frente,
Coração em leve compasso!
Sou como o vento…
Transparente
Umas vezes calma, leve brisa,
Outras tempostade vinda do espaço!
Sou como o sol…
Luminosa, quente,
Aquecendo tudo em meu redor!
Sou como a lua…
Amante ardente,
Esperando à noite o meu amor!
Sou como uma estrela…
Longinqua, intocável,
Mas acima de tudo brilhante!
Sou como a neve…
Tão branca e fria,
Que quando cai é deslumbrante!
Sou como o mar …
Salgado,
Em que apetece penetrar!
Sou como sou…
Sem pecado,
Amando a vida e quem me amar!
Amor banal
Hoje em dia tornou-se banal
Falar de amor sem sentimento
Como se isso fosse tão normal,
Como o relógio marcar o tempo.
Dizem “Amo-te com loucura”,
Sem sentir, sem pensar…
Quando apenas sentem ternura
E nem sabem o que é amar.
Parece que ninguém sente
O significado do verdadeiro AMOR,
Magoam intencionalmente
Sabendo que provocam dor.
Se todos pudessem sentir,
E amar com profunda intensidade,
Não haveria no mundo
Esta banal crueldade.
Falar de amor sem sentimento
Como se isso fosse tão normal,
Como o relógio marcar o tempo.
Dizem “Amo-te com loucura”,
Sem sentir, sem pensar…
Quando apenas sentem ternura
E nem sabem o que é amar.
Parece que ninguém sente
O significado do verdadeiro AMOR,
Magoam intencionalmente
Sabendo que provocam dor.
Se todos pudessem sentir,
E amar com profunda intensidade,
Não haveria no mundo
Esta banal crueldade.
Tristeza
A tristeza invadiu a minha vida,
Sinto-me num beco sem saída,
Sem saber para onde vou.
Completamente incompreendida,
Sou como um barco à deriva,
Sem saber por onde navegou.
E se sinto algum alento,
Logo me vem ao pensamento,
Que não sei para onde ir.
A dúvida é um tormento,
Que não se esvai nem um momento.
Não sei para onde fugir.
Tomara saber-te dizer,
De forma que pudesses perceber,
Tudo o que me vai no coração.
Mas limito-me a esconder,
Tu finges não perceber,
Esta minha grande paixão.
Sinto-me num beco sem saída,
Sem saber para onde vou.
Completamente incompreendida,
Sou como um barco à deriva,
Sem saber por onde navegou.
E se sinto algum alento,
Logo me vem ao pensamento,
Que não sei para onde ir.
A dúvida é um tormento,
Que não se esvai nem um momento.
Não sei para onde fugir.
Tomara saber-te dizer,
De forma que pudesses perceber,
Tudo o que me vai no coração.
Mas limito-me a esconder,
Tu finges não perceber,
Esta minha grande paixão.
Perdida
Sinto-me perdida,
Sem saber como voltar,
Não há caminho nem rumo,
Não há esperança em nenhum lugar.
Não há sorriso que me alegre,
Não há palavras que me confortem,
Não há luz que me ilumine,
Só vejo almas que sofrem.
Sinto-me abandonada,
Esquecida em algum lugar,
Não há quem me procure,
E não me consigo encontrar.
Não há nada que me alimente,
Que ressuscite o meu ser morto,
Sinto que perdi a alma,
Vagueio perdida no meu corpo.
Sem saber como voltar,
Não há caminho nem rumo,
Não há esperança em nenhum lugar.
Não há sorriso que me alegre,
Não há palavras que me confortem,
Não há luz que me ilumine,
Só vejo almas que sofrem.
Sinto-me abandonada,
Esquecida em algum lugar,
Não há quem me procure,
E não me consigo encontrar.
Não há nada que me alimente,
Que ressuscite o meu ser morto,
Sinto que perdi a alma,
Vagueio perdida no meu corpo.
Adeus Amor
Adeus Amor…
Vou-me já embora da tua vida.
Perdoa ser assim a despedida,
Mas estamos ambos a sofrer.
Sei que sou por ti querida,
Mas parto antes de amanhecer.
Adeus Amor…
Nunca mais te irei ver,
Estou-te a prometer!
Porque me fazes sentir perdida,
De mim própria esquecida,
E eu quero viver.
Adeus Amor…
Não penses em me procurar,
Nunca me iria negar,
E eu quero viver, sem ti perto do meu olhar,
Assim não irás ver meus olhos chorar,
E eu conseguirei vencer!
Adeus Amor…
Tenta o tempo parar,
Para eu me demorar,
Mais um pouco na despedida.
Se quando eu sair me fores espreitar,
E me sentires a fraquejar,
Manda-me seguir a minha vida.
Adeus amor!
Vou-me já embora da tua vida.
Perdoa ser assim a despedida,
Mas estamos ambos a sofrer.
Sei que sou por ti querida,
Mas parto antes de amanhecer.
Adeus Amor…
Nunca mais te irei ver,
Estou-te a prometer!
Porque me fazes sentir perdida,
De mim própria esquecida,
E eu quero viver.
Adeus Amor…
Não penses em me procurar,
Nunca me iria negar,
E eu quero viver, sem ti perto do meu olhar,
Assim não irás ver meus olhos chorar,
E eu conseguirei vencer!
Adeus Amor…
Tenta o tempo parar,
Para eu me demorar,
Mais um pouco na despedida.
Se quando eu sair me fores espreitar,
E me sentires a fraquejar,
Manda-me seguir a minha vida.
Adeus amor!
Vida de Drogado
Vagueias pelas ruas,
Perdido em teus pensamentos,
Já não sabes onde moras,
Pensas e agora choras,
Tua vida, feita de tormentos.
Já não te lembras como foi,
Deixaste-a entrar na tua vida.
No início era tudo mágico,
E depois da tua alma esquecida
Não vês como é tudo trágico.
Queres deixá-la e não consegues,
Quem te ajudará agora?
Ela não te irá perdoar
Tinhas tanto para viver lá fora…
E tu preso nela, a amargurar.
Pensas no fim que terás,
Procuras avidamente dinheiro,
Doente e desesperado,
No meio de uma noite escura,
Só a vida de drogado,
Não te permite ver tua figura.
Perdido em teus pensamentos,
Já não sabes onde moras,
Pensas e agora choras,
Tua vida, feita de tormentos.
Já não te lembras como foi,
Deixaste-a entrar na tua vida.
No início era tudo mágico,
E depois da tua alma esquecida
Não vês como é tudo trágico.
Queres deixá-la e não consegues,
Quem te ajudará agora?
Ela não te irá perdoar
Tinhas tanto para viver lá fora…
E tu preso nela, a amargurar.
Pensas no fim que terás,
Procuras avidamente dinheiro,
Doente e desesperado,
No meio de uma noite escura,
Só a vida de drogado,
Não te permite ver tua figura.
Traição e Sorte
Entraste bem levemente,
Nem adivinhei teus passos.
Quando sonhei, docemente,
Com calor dos teus braços.
Infortúnio pensar que um dia
Os teus beijos seriam meus.
Quando o dia amanhecia,
Uma grande calmaria
Se apoderava dos céus.
Mas de noite, sozinha,
Deitada naquela cama,
Chorava feita tontinha,
Por quem nunca disse que me ama.
Assim fazem os corações
Das mulheres apaixonadas…
Vivem grandes paixões,
Para serem atraiçoadas.
Amar de verdade alguém
É assinar um passaporte.
Destino só ele tem,
Tudo o que precisamos é de sorte!
Nem adivinhei teus passos.
Quando sonhei, docemente,
Com calor dos teus braços.
Infortúnio pensar que um dia
Os teus beijos seriam meus.
Quando o dia amanhecia,
Uma grande calmaria
Se apoderava dos céus.
Mas de noite, sozinha,
Deitada naquela cama,
Chorava feita tontinha,
Por quem nunca disse que me ama.
Assim fazem os corações
Das mulheres apaixonadas…
Vivem grandes paixões,
Para serem atraiçoadas.
Amar de verdade alguém
É assinar um passaporte.
Destino só ele tem,
Tudo o que precisamos é de sorte!
Abandonada
Vagueando pelas ruas,
Debaixo de chuva na noite gelada,
Que procuras tu tão perdida,
Com olhar de quem foi esquecida,
Com marcas de quem está abandonada?
Sem rumo no caminho incerto,
Ouço os passos inseguros na estrada.
Caminhas em frente, perdida,
Tu que te sentes esquecida,
E nunca te sentiste amada.
Procuras talvez o amor,
Alguém que te aconchegue em abraços.
Eu, deitada na cama,
Enroscada em quem me ama,
Imagino onde te levam teus passos.
Debaixo de chuva na noite gelada,
Que procuras tu tão perdida,
Com olhar de quem foi esquecida,
Com marcas de quem está abandonada?
Sem rumo no caminho incerto,
Ouço os passos inseguros na estrada.
Caminhas em frente, perdida,
Tu que te sentes esquecida,
E nunca te sentiste amada.
Procuras talvez o amor,
Alguém que te aconchegue em abraços.
Eu, deitada na cama,
Enroscada em quem me ama,
Imagino onde te levam teus passos.
"Era uma vez..."
Lá longe, numa bela cidade,
Vivia uma menina de tenra idade,
Que se chamava Inês.
E pedia todos os dias,
Histórias de fadas e magias,
Que começavam por “Era uma vez…”
E na história vivia uma princesa,
Que queria sempre a luz acesa,
Pois tinha medo de adormecer.
E o rei chamou as fadas,
Com longas capas bordadas,
Para o mistério resolver.
Então todas se reuniram,
E de acordo decidiram
Fazer uma bela magia.
Como a princesa dormiu,
E nem um choro se ouviu,
O rei ficou louco de alegria.
Então as fadas, recompensadas,
Deram à princesa, animada,
Todas as virtudes que havia.
Então elas, que eram três,
Partiram para o reino do “Era uma vez…”
E para sempre reinou a alegria!
Vivia uma menina de tenra idade,
Que se chamava Inês.
E pedia todos os dias,
Histórias de fadas e magias,
Que começavam por “Era uma vez…”
E na história vivia uma princesa,
Que queria sempre a luz acesa,
Pois tinha medo de adormecer.
E o rei chamou as fadas,
Com longas capas bordadas,
Para o mistério resolver.
Então todas se reuniram,
E de acordo decidiram
Fazer uma bela magia.
Como a princesa dormiu,
E nem um choro se ouviu,
O rei ficou louco de alegria.
Então as fadas, recompensadas,
Deram à princesa, animada,
Todas as virtudes que havia.
Então elas, que eram três,
Partiram para o reino do “Era uma vez…”
E para sempre reinou a alegria!
Não te amo
Não te amo!
Mas quero acordar e adormecer sempre a teu lado,
Que todo o teu tempo me seja dedicado…
Não te amo!
Mas quero que só tenhas olhos para mim,
Que seja hoje, amanhã e sempre assim…
Não te amo!
Mas quero que me digas palavras de amor baixinho,
E que me dês sempre todo o teu carinho…
Não te amo!
Mas quero que fiques sempre aqui,
Porque a minha vida não faz sentido sem ti…
E grito NÃO TE AMO!
Porque me disseram que isso provoca dor…
Mas tu serás sempre o meu grande amor!
Mas quero acordar e adormecer sempre a teu lado,
Que todo o teu tempo me seja dedicado…
Não te amo!
Mas quero que só tenhas olhos para mim,
Que seja hoje, amanhã e sempre assim…
Não te amo!
Mas quero que me digas palavras de amor baixinho,
E que me dês sempre todo o teu carinho…
Não te amo!
Mas quero que fiques sempre aqui,
Porque a minha vida não faz sentido sem ti…
E grito NÃO TE AMO!
Porque me disseram que isso provoca dor…
Mas tu serás sempre o meu grande amor!
sábado, setembro 30, 2006
Ser Mulher
Amar quem não nos ama,
Gostar de quem tanto nos quer,
Odiar quem nos engana,
Assim se transforma uma mulher.
Mostrar sempre um sorriso franco,
Mesmo quando descontente,
Derramando lágrimas em pranto,
Quando à noite ninguém nos sente.
Gerando o futuro e as vidas,
Vivendo gloriosos momentos,
Sentindo-nos recompensadas e queridas,
Com o sorriso dos nossos rebentos.
Trabalhando noite e dia,
Sem que ninguém nos dê valor,
Mostrando sempre alegria,
Quando o coração chora de dor.
Se pedimos um gesto de carinho,
E um pouco de atenção,
Ainda o dizemos baixinho,
Com medo de não ter razão.
À noite quando queremos dormir,
Cansadas dos dias desgastantes,
Vamos sempre a sorrir,
Transformadas em amantes.
É uma vida dura,
Esta vida que ninguém quer,
Mas o nosso orgulho perdura,
Orgulho de ser Mulher!
Gostar de quem tanto nos quer,
Odiar quem nos engana,
Assim se transforma uma mulher.
Mostrar sempre um sorriso franco,
Mesmo quando descontente,
Derramando lágrimas em pranto,
Quando à noite ninguém nos sente.
Gerando o futuro e as vidas,
Vivendo gloriosos momentos,
Sentindo-nos recompensadas e queridas,
Com o sorriso dos nossos rebentos.
Trabalhando noite e dia,
Sem que ninguém nos dê valor,
Mostrando sempre alegria,
Quando o coração chora de dor.
Se pedimos um gesto de carinho,
E um pouco de atenção,
Ainda o dizemos baixinho,
Com medo de não ter razão.
À noite quando queremos dormir,
Cansadas dos dias desgastantes,
Vamos sempre a sorrir,
Transformadas em amantes.
É uma vida dura,
Esta vida que ninguém quer,
Mas o nosso orgulho perdura,
Orgulho de ser Mulher!
Poeta
Poeta dos meus encantos
Que escreves teus medos e prantos,
Teus amores e teus pecados.
Com uma caneta sem cor,
O teu riso, tua dor,
Transformas poemas em recados.
Dizes o que te vai na alma,
Com raiva, lágrimas e calma,
Como se escrevesses só para mim.
Leio-te sempre com ternura,
Por vezes com inveja pura,
Também eu queria escrever assim.
Que escreves teus medos e prantos,
Teus amores e teus pecados.
Com uma caneta sem cor,
O teu riso, tua dor,
Transformas poemas em recados.
Dizes o que te vai na alma,
Com raiva, lágrimas e calma,
Como se escrevesses só para mim.
Leio-te sempre com ternura,
Por vezes com inveja pura,
Também eu queria escrever assim.
Anjo Meu
Anjo meu,
Que fazes meu coração bater descompassado
Como só uma paixão consegue…
Pensado noite e dia no pecado,
Um sonho que nas noites me persegue.
Anjo meu,
Que me fazes rir e chorar,
E me fazes sentir que sou mulher!
Sem maldade, mas só por te amar
Poderia fazer o Mundo sofrer.
Anjo meu,
Que existes apenas em meu pensamento,
Que imagino a meu lado a dormir,
Que me dás a mão e tanto alento,
Que só por ti voltei a sorrir!
Anjo meu…
Queria eu ser livre para te amar,
Ter asas e percorrer o céu,
Voando como um pássaro sobre o mar
Procurando refúgio em corpo teu!
Que fazes meu coração bater descompassado
Como só uma paixão consegue…
Pensado noite e dia no pecado,
Um sonho que nas noites me persegue.
Anjo meu,
Que me fazes rir e chorar,
E me fazes sentir que sou mulher!
Sem maldade, mas só por te amar
Poderia fazer o Mundo sofrer.
Anjo meu,
Que existes apenas em meu pensamento,
Que imagino a meu lado a dormir,
Que me dás a mão e tanto alento,
Que só por ti voltei a sorrir!
Anjo meu…
Queria eu ser livre para te amar,
Ter asas e percorrer o céu,
Voando como um pássaro sobre o mar
Procurando refúgio em corpo teu!
Sinto-te
Sinto-te por perto,
Quando percorro as ruas,
Quando atravesso o deserto!
Sinto-te aqui,
Quando choro sozinha,
Quando minha alma sorri!
Sinto-te presente,
Quando preciso de alguém,
Quando minha boca te sente!
Sinto-te a meu lado,
Quando dizes que me amas,
Quando te mostras apaixonado!
Sinto-te...
Porque fazes parte de mim!
És meu anjo da guarda,
E serei tua até ao fim!
Quando percorro as ruas,
Quando atravesso o deserto!
Sinto-te aqui,
Quando choro sozinha,
Quando minha alma sorri!
Sinto-te presente,
Quando preciso de alguém,
Quando minha boca te sente!
Sinto-te a meu lado,
Quando dizes que me amas,
Quando te mostras apaixonado!
Sinto-te...
Porque fazes parte de mim!
És meu anjo da guarda,
E serei tua até ao fim!
sexta-feira, setembro 29, 2006
Loucura

Toca-me devagarinho,
Acaricia minha pele de mansinho…
Beija-me lentamente…
Abraça-me ardentemente,
Agarra-me com ternura,
Possui-me com loucura,
Grita meu nome desesperadamente!
Faz-me gemer de prazer,
Põe-me doida sem o ser,
Faz-me tua para sempre!
Agarra meus seios que são teus,
Põe em mim pedaços teus,
Leva-me ao céu, se puderes!
Mostra-me amor e paixão,
Estou feliz em tuas mãos…
Estarei aqui quando quiseres!
Castelos de Areia
Construí um castelo encantado
Com portas, janelas, telhado,
Muito amor, dedicação…
Um dia veio uma onda,
Na areia ficaram as marcas
Das feridas do meu coração.
Desenhei uma nuvem no céu
Com pedaços de ti, que és meu
Sorrisos, olhares e amor!
Veio então a ventania
Logo depois uma agonia
E só restou a dor.
Sonhei com um amor verdadeiro
Que seria único e primeiro,
Que nos alimentaríamos só de paixão!
Acordei então de repente,
E vi que a vida que tinha à frente
Não passava de ilusão!
Com portas, janelas, telhado,
Muito amor, dedicação…
Um dia veio uma onda,
Na areia ficaram as marcas
Das feridas do meu coração.
Desenhei uma nuvem no céu
Com pedaços de ti, que és meu
Sorrisos, olhares e amor!
Veio então a ventania
Logo depois uma agonia
E só restou a dor.
Sonhei com um amor verdadeiro
Que seria único e primeiro,
Que nos alimentaríamos só de paixão!
Acordei então de repente,
E vi que a vida que tinha à frente
Não passava de ilusão!
Meu Poeta
Meu poeta preferido
Tuas rimas fazem-me o sonhar,
Que sou a tua inspiração,
Que encontraste em meu olhar.
Teus versos são pura magia,
E enchem meu coração,
Ler-te é como ganhar asas,
Deixando voar a minha imaginação.
Teus poemas são a tua alma,
Reflexo da tua humildade.
Mesmo sendo o melhor do Mundo,
Não mostras ponta de vaidade!
Esforço-me todos os dias,
Poder um dia te igualar.
Sei que será difícil,
Mas morrerei a tentar!
Tuas rimas fazem-me o sonhar,
Que sou a tua inspiração,
Que encontraste em meu olhar.
Teus versos são pura magia,
E enchem meu coração,
Ler-te é como ganhar asas,
Deixando voar a minha imaginação.
Teus poemas são a tua alma,
Reflexo da tua humildade.
Mesmo sendo o melhor do Mundo,
Não mostras ponta de vaidade!
Esforço-me todos os dias,
Poder um dia te igualar.
Sei que será difícil,
Mas morrerei a tentar!
Morrer por ti
Quero morrer...
Na vida nada faz sentido sem a tua presença constante
Sem teus abraços, sem teus beijos, sem teu olhar perturbante.
Quero morrer...
Ou acordar mais tarde, quando te esquecer...
E se isso não for possível, deixem-me dormir, sem sofrer.
Quero morrer...
E morrerei por ti, hoje, sempre, quando quiseres
Encontrar-te-ei noutra vida, serei feliz, quando puderes.
Quero morrer!
Morro feliz, se for por ti.
Morro, mato e vou contente...
Porque nunca te esqueci,
E vou-te amar eternamente!
Na vida nada faz sentido sem a tua presença constante
Sem teus abraços, sem teus beijos, sem teu olhar perturbante.
Quero morrer...
Ou acordar mais tarde, quando te esquecer...
E se isso não for possível, deixem-me dormir, sem sofrer.
Quero morrer...
E morrerei por ti, hoje, sempre, quando quiseres
Encontrar-te-ei noutra vida, serei feliz, quando puderes.
Quero morrer!
Morro feliz, se for por ti.
Morro, mato e vou contente...
Porque nunca te esqueci,
E vou-te amar eternamente!
Sei quem és...
Sei quem és…
És alguém que se esconde atrás de um manto,
De torturas e loucuras,
Mas no fundo és um encanto,
Navegas em ondas de ternura!
Sei quem és…
E quando fazes beicinho
E dizes frases mais agrestes,
Só consigo sentir carinho
E nunca pensar que talvez não prestes!
Sei quem és…
És um sapo atrevido
Que aguarda por um beijo!
Enquanto te fazes de bandido…
Acendes mais o meu desejo!
Sei quem és…
E sei que caminhas pela areia
Descalço, à beira mar…
Pensando numa maneira
De um dia alguém te amar!
És alguém que se esconde atrás de um manto,
De torturas e loucuras,
Mas no fundo és um encanto,
Navegas em ondas de ternura!
Sei quem és…
E quando fazes beicinho
E dizes frases mais agrestes,
Só consigo sentir carinho
E nunca pensar que talvez não prestes!
Sei quem és…
És um sapo atrevido
Que aguarda por um beijo!
Enquanto te fazes de bandido…
Acendes mais o meu desejo!
Sei quem és…
E sei que caminhas pela areia
Descalço, à beira mar…
Pensando numa maneira
De um dia alguém te amar!
Só
Sinto-me só...
Tu, tão longe de mim...
No coração a saudade,
Na minha mente lembranças
De tempos de felicidade.
Sinto-me só...
Tu, tão longe de mim...
E este amor que aumenta,
Vai ficando mais forte, mais triste
Porque a saudade atormenta...
E estou só...
E chamo-te, chamo por ti!
Mas tu, tão longe de mim...
Não me ouves...
E tudo continua assim...
E fico só...
Tu, tão longe de mim...
No coração a saudade,
Na minha mente lembranças
De tempos de felicidade.
Sinto-me só...
Tu, tão longe de mim...
E este amor que aumenta,
Vai ficando mais forte, mais triste
Porque a saudade atormenta...
E estou só...
E chamo-te, chamo por ti!
Mas tu, tão longe de mim...
Não me ouves...
E tudo continua assim...
E fico só...
Mãe
Uma porta entreaberta,
Uma janela encostada,
Uma luz acesa,
Uma vida apagada.
Caminhando sem rumo,
Olhando para o chão,
Chora lágrimas de sangue
O meu coração.
Porque partiste
Sem dizer Adeus?
Minha Mãe querida,
Sei que estás junto de Deus.
Espero a hora
De te encontrar.
Sei que não demora,
Só me resta esperar…
Uma janela encostada,
Uma luz acesa,
Uma vida apagada.
Caminhando sem rumo,
Olhando para o chão,
Chora lágrimas de sangue
O meu coração.
Porque partiste
Sem dizer Adeus?
Minha Mãe querida,
Sei que estás junto de Deus.
Espero a hora
De te encontrar.
Sei que não demora,
Só me resta esperar…
Minha Amiga, Minha Alma
Amiga da minha alma
Que transmites tanta calma,
Tanta paz e tanto alento…
Tens nome de anjo belo,
Doce, puro e singelo
Como o mais lindo sentimento.
Numa nuvem hei-de voar
Para contigo me encontrar
E passear pelo céu…
De lá veremos o mar,
As estrelas a brilhar,
Juntinhas, rindo, tu e eu!
Amiga do meu coração
Só da minha imaginação
Mas serás realidade!
Sei que existes de verdade
sinto muita vontade
De tirar os pés do chão!
Que transmites tanta calma,
Tanta paz e tanto alento…
Tens nome de anjo belo,
Doce, puro e singelo
Como o mais lindo sentimento.
Numa nuvem hei-de voar
Para contigo me encontrar
E passear pelo céu…
De lá veremos o mar,
As estrelas a brilhar,
Juntinhas, rindo, tu e eu!
Amiga do meu coração
Só da minha imaginação
Mas serás realidade!
Sei que existes de verdade
sinto muita vontade
De tirar os pés do chão!
Princesa

Bebé de sorriso maroto,
Rosto de anjo delicado.
Olhos castanhos, meigos,
Cabelo de trigo dourado!
Criancinha envergonhada
Com grande sede de saber,
Avanças em frente, segura,
Que tens muito para viver
Rapariguinha ternurenta…
Sempre minha Princesa abençoada!
Estarei sempre presente para ti
Dando-te a mão na tua futura longa caminhada!
Amo-te
Amo-te!
E quero ser tua,
Descobrir teu corpo nua!
Quero-te!
E desejo-te ardentemente,
Quero amar-te eternamente!
Desejo-te!
E quando teus olhos me olham,
Sinto que teus braços me defolham!
E amo-te!
E quero que o saibas e me ames
E que sempre por mim chames!
E quero-te!
E desejo-te!
E quero ser tua,
Descobrir teu corpo nua!
Quero-te!
E desejo-te ardentemente,
Quero amar-te eternamente!
Desejo-te!
E quando teus olhos me olham,
Sinto que teus braços me defolham!
E amo-te!
E quero que o saibas e me ames
E que sempre por mim chames!
E quero-te!
E desejo-te!
Quero ser tua
Quero ser tua...
Durante a noite escura,
Onde brilham as estrelas.
Quero que sejas meu...
Sentir-me segura,
Saber que posso vê-las!
Quando eu for tua,
Quero ter a certeza de ser amada,
Quero que saibas que te amarei sempre!
Quando tu fores meu,
Quero uma história encantada
Para ser ouvida eternamente!
Quando eu te tiver
Quero que saibas que és meu,
Quero que saibas que sou tua.
Quando me tiveres,
Quero que saibas que o sol nasceu
Quero que te sintas na lua!
Durante a noite escura,
Onde brilham as estrelas.
Quero que sejas meu...
Sentir-me segura,
Saber que posso vê-las!
Quando eu for tua,
Quero ter a certeza de ser amada,
Quero que saibas que te amarei sempre!
Quando tu fores meu,
Quero uma história encantada
Para ser ouvida eternamente!
Quando eu te tiver
Quero que saibas que és meu,
Quero que saibas que sou tua.
Quando me tiveres,
Quero que saibas que o sol nasceu
Quero que te sintas na lua!
Eu e Tu
Quero amar-te...
Mas algo me impede!
Quero entregar-te meu coração...
Mas algo o pressiona!
Quando sinto a tua boca na minha,
Imagino-me dona das estrelas.
Quando sinto o teu abraço forte,
Que faz chocar o meu peito contra o teu,
Sinto vontade de te amar...
Mas não posso!
Queria poder gritar bem alto
Que te amo...
Mas acho impossível fazê-lo!
Quando vejo os teus olhos brilhantes,
Sinto que as minhas lágrimas vão rolar.
Quando sinto a tua mão tocar-me,
Um arrepio percorre todo o meu corpo.
Sinto-me egoísta
Pois quero que sejas meu,
Mas não posso ser tua
Perdoa-me a “traição”!
Mas quero amar-te
E não posso...
Do fundo do meu coração
Agradeço tudo aquilo que me entregares,
Mas quando penso em ti
Tudo se torna mais claro.
Quando sonho contigo
Sinto a tristeza diminuir.
E aí surge a pergunta:
Quem sabe um dia?...
Porquê querer e não poder?
Desapontamentos e Sorrisos

Quantas vezes esperamos que alguém dê valor ao que fazemos, ao que pensamos, ao nosso trabalho, às nossas atitudes, aos nossos pensamentos? Quantas vezes esperamos que nos valorizem? E depois descobrimos que quer façamos tudo bem ou tudo mal, a resposta é sempre a mesma; ninguém nos dá valor. Ou pelo menos o valor que merecemos, o valor que queremos… Como seria bom que aquela pessoa especial nos desse a mão quando precisamos, nos desse um abraço, nos olhasse com aquele olhar que diz tudo? Mas muitas vezes esperamos em vão… Umas vezes vamo-nos abaixo, choramos de revolta, gritamos, sentimo-nos injustiçados… outras sorrimos e seguimos em frente, sem olhar para trás, por mais difícil que isso seja, por mais que o nosso coração chore…. A verdade é que chegamos à conclusão que não podemos contar com ninguém, além de nós próprios… ou que podemos contar com poucos, ou que podemos contar com alguém que não esperávamos… Realmente o que interessa é seguir em frente. Tentar fazer o bem, tentar sorrir, ajudar um amigo, mostrar disponibilidade, sermos o melhor que conseguirmos, sem esperarmos nada em troca! Mesmo que a troca fosse um simples sorriso que nos enchesse o coração. Um sorriso custa tão pouco, é tão simples de dar, e enche sempre o coração de alguém. Por isso, se não conseguem ou não vêm necessidade de dizer “obrigada”, de dar um beijo ou um abraço… sorriam sempre! Vão de certeza encher o coração de alguém!
Minha Vida

És o ar que eu respiro,
A brisa que passa por mim...
Que me toca, acaricia
E a quem eu digo sim!
És a água perfumada
Que corre em meu corpo com prazer...
És o sol que me aquece,
Que me procura ao amanhecer!
És a areia da praia
Que se cola em meu corpo molhado.
És o mar que com as ondas,
Me faz sonhar com o pecado!
És a minha vida feliz,
Pois sou feliz por te amar!
Sou feliz por estares comigo,
Sou feliz... só por sonhar!
Minha Filha
Neste dia tão especial para ti, para mim e para o pai, só te posso desejar tudo de bom! Tu sabes o que sentimos, sabes o que te desejamos, sabes o quanto te amamos... Mas nunca é demais lembrar que és a nossa vida, que te amamos e que temos muito, muito, muito orgulho em ti!
Parabéns meu amor!
Minha bebé pequenina
Que nasceste de mim!
Não há outro amor no Mundo
Como um amor assim!
És tudo o que sempre sonhei,
Tudo o que sempre quis.
Não há amor maior,
Nem que me deixe tão feliz!
Os teus cabelinhos loiros
Iluminam o meu dia!
Os teus olhos, tão castanhos,
Enchem meu coração de alegria!
Quando te ouço chamar “Mãe”
Com a tua voz tão docinha,
Só me apetece dar-te beijos
Nessa tua linda carinha!
Serás sempre o meu bebé,
Minha linda ternura!
Mesmo quando fores mulher,
Serás sempre a minha doçura!
Enches-me a vida de alegria,
Meu coração de amor!
Desejo que sejas sempre feliz
E que nunca conheças a dor!
Teus pais nunca conhecerão
Um amor tão lindo igual,
Mesmo quando forem velhinhos
Amar-te-ão tal e qual!
És um doce, uma ternura,
És linda e és vaidosa…
Inteligente, meiguinha,
E também um pouco teimosa!
És uma menina tão bela,
Tão fofa e tão querida!
És tudo o que sempre sonhei!
És mesmo a minha vida!
Parabéns meu amor!
Minha bebé pequenina
Que nasceste de mim!
Não há outro amor no Mundo
Como um amor assim!
És tudo o que sempre sonhei,
Tudo o que sempre quis.
Não há amor maior,
Nem que me deixe tão feliz!
Os teus cabelinhos loiros
Iluminam o meu dia!
Os teus olhos, tão castanhos,
Enchem meu coração de alegria!
Quando te ouço chamar “Mãe”
Com a tua voz tão docinha,
Só me apetece dar-te beijos
Nessa tua linda carinha!
Serás sempre o meu bebé,
Minha linda ternura!
Mesmo quando fores mulher,
Serás sempre a minha doçura!
Enches-me a vida de alegria,
Meu coração de amor!
Desejo que sejas sempre feliz
E que nunca conheças a dor!
Teus pais nunca conhecerão
Um amor tão lindo igual,
Mesmo quando forem velhinhos
Amar-te-ão tal e qual!
És um doce, uma ternura,
És linda e és vaidosa…
Inteligente, meiguinha,
E também um pouco teimosa!
És uma menina tão bela,
Tão fofa e tão querida!
És tudo o que sempre sonhei!
És mesmo a minha vida!
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