O amor não existe!terça-feira, janeiro 08, 2008
O amor não existe...
O amor não existe!domingo, dezembro 23, 2007
terça-feira, dezembro 04, 2007
EnCruZilhAda
Gostei deste desafio e escolhi 5 blogs de amigos, onde me parece que possa ficar bem este tipo de desafio..
A Cor da Letra
A Mudança
Memorias Secretas
Mulheres de Preto
Poesia de Paulo Afonso

Sou estrela
Da Constelação de Escorpião
Do céu azul que te guia.
Sigo os teus passos de longe
Ansiando pelo teu toque suave
Na minha pele,
Em que cegos de desejo
Envolvemo-nos na madrugada
Que te pertence.
A saudade alimenta-se de mim
Porque ontem julguei-te meu
E apenas com a lua
Como testemunha suprema
Do nosso amor te pedi, baixinho:
- Faz-me um poema...
Li nos teus olhos o desejo
De teres apenas mais um corpo
Para te acompanhar na solidão.
Já não precisamos de palavras…
De ti resta-me a memória,
Resta-me o silêncio!
quinta-feira, novembro 22, 2007
Sou Estrela...
Sou estrela que segue caminho errante E que no negro céu anda perdida,
Suspensa, sem o brilho do diamante,
Luz que se foi e ficou esquecida.
Luar opaco, outrora brilhante,
Ilumina meu céu, aquece-me a vida.
Dá-me, mesmo que por um instante,
Motivo que veja como te sou querida.
Entrego à escuridão, com desalento,
Minha alegria e vontade de viver
E sou feliz, por um momento...
Mas põe-se o sol, deixo de ver,
Cega-me o brilho baço, sonolento,
Ainda sou estrela, apagada, sem querer...
quinta-feira, novembro 15, 2007
Sigo os teus passos

Envolvida neste enorme desejo
De te agarrar e num beijo
Soltar toda esta loucura.
Os lábios tremendo, excitados,
A boca seca, angustiada,
A pele doce, arrepiada,
Nossos corpos embrulhados.
Num ímpeto prendes-me os pulsos,
Apertas-me contra a parede
E matas-me esta sede
Em fortes e profundos impulsos.
Perdida na minha vontade,
Entrego-me, sem me debater,
E ansiosa neste querer
Acordo para a realidade.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Ontem julguei-te meu...

Ri-me dos que sofrem
Por não terem quem os ame,
E brindei com o mais caro champanhe
À alegria sadia
De um amor correspondido,
Secretamente.
Aplaudi de pé
Todas as amizades conquistadas
E gritei ao vento
"- Sou Feliz!"
Hoje acordei...
Vi que o amor não existe!
Não passa de uma palavra Inventada por poetas
Para terem o que escrever
Quando a inspiração os abandona.
Senti que apenas sopra o vento outonal
E que dentro de mim
Há apenas espaço
Para o vazio agreste
Que inultilmente
Me apulhala o coração ensanguentado.
Ontem julguei-te meu...
Porque sonhei!
quarta-feira, outubro 31, 2007
Constelação de Escorpião
Guio-te as mãos, ansiosas,Pelas dunas do meu corpo
E sigo teus gestos, irrepetíveis,
Numa entrega escutada
Apenas pelo vento
Que sopra silenciosamente
Percorrendo o areal,
Testemunha suprema
Da ternura dos teus beijos.
Mergulhas no meu oceano,
Temperado brandamente,
Pelas cálidas temperaturas
Do celeste equador.
Aqueces-te no fogo que ateámos
Com as mãos e os beijos
E envolves-me na força gravitacional
Da Constelação de Escorpião.
Num abraço sentido
Tocamos o acorde final
E enfim, caímos no sonho,
Adormecidos na plenitude
De um amor que só nós conhecemos.
sexta-feira, outubro 26, 2007
Lançamento do livro Navegando nas Palavras, de António Paiva

Com o seu livro irá ajudar mais uma instituição, desta vez a Ajuda de Berço, que acolhe crianças em risco dos 0 aos 3 anos de idade.
Estão todos convidados!
Dia 3 de Novembro às 17 horas
Lançamento por um conjunto de Poetas:
Dia 8 de Novembro às 21:30 horas
FNAC NorteShopping
APRESENTAÇÃO ANADIA
Dia 10 de Novembro às 17 horas
Museu do Vinho - Anadia
APRESENTAÇÃO COIMBRA
Dia 11 de Novembro às 17:30 horas
FNAC Coimbra
APRESENTAÇÃO VILA NOVA DE POIARES
Dia 12 de Novembro às 12 horas
Escola Dr. Daniel de Matos - Vila Nova de Poiares
APRESENTAÇÃO MADEIRA
Dia 17 de Novembro às 17 horas
FNAC Madeira - Funchal
Apresentação por Policarpo Nóbrega
quinta-feira, outubro 18, 2007
A saudade alimenta-se de mim

Fecho os olhos e toco-te...
Quase te alcanço
Na distância dos dias
Que passam, sem te ver.
Sei de cor os traços do teu rosto,
As linhas subtis
Que marcam cada sorriso.
Conheço cada gesto
Como se fosse meu.
E no entanto,
Os dias passam
E a saudade alimenta-se de mim,
Corrói cada centímetro
Da minha pele,
Cada milímetro
Da minha alma...
O coração?
Esse já não existe!
Foi contigo...
terça-feira, outubro 09, 2007
Resta-me o silêncio

Que me mata, dilacera, atrofia.
Não mais ouvirei a tua voz,
Acabou a minha poesia.
Ficaram as memórias, recordações
Antes recheadas de esperança.
Dos nossos apaixonados corações
Ficou apenas a triste lembrança.
Resta-me o silêncio, cruel amigo,
A quem entrego de vez o coração
Parco em palavras e alegria.
Não esqueço que fui feliz contigo
Mas não passaste de uma ilusão,
Doce quimera, triste utopia.
segunda-feira, outubro 01, 2007
O teu toque

quinta-feira, setembro 27, 2007
Convite
No próximo Sábado, dia 29, pelas 17, na Biblioteca Municipal da Amadora, vai ser o lançamento do primeiro livro de poesia da Manuela Fonseca - "No Limiar das Palavras ".
O prefácio do livro foi escrito pela Rosa Maria Anselmo
e a apresentação do livro vai ser feita por mim...
Estão desde já todos convidados!
Beijinhos a todos
domingo, setembro 23, 2007
Não precisamos de palavras...

segunda-feira, setembro 17, 2007
Faz-me um poema

Em segredo.
Abraça-me e diz-me
O que eu quero ouvir.
Beija-me!
Como se não houvesse amanhã
E nada mais importasse à nossa volta,
Como se tivéssemos todo o tempo,
E como se o nosso desejo não se esgotasse
Nas palavras que nunca dissemos
Mas que adivinhamos
Em cada novo verso,
E que sonhamos ouvir.
Faz-me um poema!
Mostra ao Mundo que me amas
E que me queres
Mais do que se deseja a vida.
Não te importes com a distância
Que colocamos em cada letra,
Em cada ofensa que não queremos dizer.
Não te canses de me olhar
Sem me ver.
E toca-me!
Mostra-me que existes
E que és muito mais que um sonho
Que eu criei no coração
Que tanto te ama.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Cegos de Desejo
Chegaste de surpresa, sem eu te ver,
Tapaste-me os olhos e com tanto querer
Beijaste-me o pescoço, com sofreguidão,
Soube quem eras pelo toque da mão.
Despidos de roupas, nus de nós,
Levamo-nos apenas pela nossa voz,
Cegos de desejo, ávidos de loucura,
Solta-se o beijo, com tanta ternura.
E nesse roçar de coxas e joelhos que tremem,
Há vozes misturadas e gritos que gemem.
Sexos colados, rolam pela cama,
Corpos suados, acesos pela chama.
Finalmente exaustos, separam-se calmamente,
Acenam um adeus... ao coração que mente.
Vídeo feito pelo grande poeta Silvério Calçada http://www.luso-poemas.net/modules/smartprofile/userinfo.php?uid=749
Vejam e comentem! Ele é o máximo!
quinta-feira, agosto 09, 2007
PARABÉNS FILHOTA
sábado, agosto 04, 2007
quarta-feira, julho 25, 2007
Inquieta

À beira da loucura...
Ora me amas, ora me odeias,
E isso dá-te um prazer sádico
De homem-poeta,
Que toca ternura
Nessa música em que me enleias
No teu amor tão mágico.
Nesta paixão desmedida
Que fico enredada,
Sonho com tua voz
E ouço-a até a dormir.
E, já arrependida
De não estar embrulhada
Nessas tuas palavras que nós
Queremos em conjunto mentir
Dizendo ao mesmo tempo:
"Amo-te"
sábado, julho 14, 2007
Nomeações...
Recebi o Cupido do Amor, da minha querida amiga Daniele e do meu querido amigo Vítor Cintra

Com esta nomeação tenho de indicar seis outros blogs... Uma tarefa difícil... mas como fui nomeada duas vezes... Cá ficam doze (mas se pudesse seriam muitos mais)!!!
Recebi também o selo das "7 Maravilhas", das minhas amigas Daniele e Mensageira!
Agradeço muito esta nomeação, assim como todas as outras. Infelizmente as nomeações para as 7 Maravilhas da blogosfera terminou no dia 07/07/2007... e infelizmente não pude nomear ninguém a tempo... Mas obrigada do fundo do coração por se terem lembrado de mim.
Aproveito para agradecer a todos os que aqui têm passado e a todos que me enviam mensagens, mesmo eu estando em falta com todos.Deixo-vos um beijo e prometo que em breve regressarei em força ao meu e aos vossos blogs que tanto adoro.
***Sejam felizes***
quarta-feira, junho 27, 2007
Teu Beijo
Toca-me com as tuas mãos
Macias, já louco de paixão.
E com teu beijo,
Ah amor! Com teu beijo...
Acende já meu desejo
Toma conta do meu corpo em convulsões,
Desaperta depressa os botões
Que separam a nossa nudez
E vem, mais uma vez
Amar-me assim, intensamente,
Fica dentro de mim e sente
O meu calor...
O meu amor...
Podes gritar, podes gemer,
Eu enlouqueço de prazer
Que só tu me dás,
Quando me mostras que és capaz
De me amar, me possuir,
Até a lua ir dormir.
E depois, já saciados,
Num ímpeto, apaixonados,
Entregamo-nos novamente
Mais devagar...
A suspirar...
Solto o cabelo lentamente
E ofereço-te meus seios, duros,
Nas tuas mãos, e inocente,
Com o olhar terno e puro,
Dou-me inteira, sem pudor,
Gozando cada segundo
Do teu, do meu amor.



