
sexta-feira, março 14, 2008
Morte na Escola

domingo, março 09, 2008
Abismo
domingo, março 02, 2008
Amor... Sem ti

quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Em silêncio

Deixa-me amar-te assim... em silêncio...
sábado, fevereiro 16, 2008
Prémios
Este prémio veio da minha grande, super e máxima Amiga Pedra FilosofalAbrindo Janelas
A Cor da Letra
Entre o Céu e o Mar
Os Pastéis
Outros Olhares
Pesadelo
Terra da Magia
Do meu amigo Vítor, do blog Um Poema de Vez em Quando
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que consideras serem bons. Entende-se como bom os blogs que costumas visitar regularmente e onde deixas comentários.
2. Só e somente se recebeste o prémio “Diz que até não é um mau blog”, deves escrever um post:
- Indicando a pessoa que te deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
- As regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deves exibir orgulhosamente a tag do prémio no teu blog, de preferência com um link para o post em que falas dele.
4. (Opcional) Se quiseres fazer publicidade à criatura com demasiado tempo livre para gastar em parvoíces, e que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet, podes fazê-lo no post que ele fica agradecido :)
E agora as minhas escolhas:

E por último, mas não menos importante, o prémio que recebi da Maria, do Cheiro da Ilha, que passo a 10 blogs:
Espero que gostem de todos e que desfrutem de bons momentos! Gostava de vos nomear a todos, mas regras são regras...
Um beijo a todos
Vera
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Ilha do Amor
Sim! É o medo que me norteia! Estou amparada na pessoa que não age para não ferir ou que se deixa ir ao sabor do vento mesmo que, por isso, me obrigue qualquer consequência.
Não sei se alguma vez irás ler estas linhas em que me deleito como que numa cena de amor, e é no teu peito que imagino a frase erudita que busco na minha cabeça, estremecida, mas que ainda consegue fabricar alguns tímidos desejos... Quero-te!
Nem imaginas o que penso escrever enquanto percorro o teu árduo corpo, sim árduo, porque o imagino entre a resistência e a loucura... a um passo, apenas, de ser só meu.
Oh! Loucura. É como me chamo, é como me sinto, quando quero gritar-te... Eu Amo-te! Oh, mágica imaginação que transforma essa sensação em lágrimas constantes... Já te disse aqui que é o medo que me norteia. Mas não há medo que chegue que me impeça de sonhar!
E na coragem emprestada vou imaginar que estas frases chegaram ao seu destino e que quis o tempo trazer-me a resposta. Quero ler-te assim:
“Meu amor... trouxe-me o vento os suspiros do teu desejo e as palavras que sempre ambicionei ouvir e agora posso tê-las. Soube desde o primeiro instante que tu eras o meu destino e descobri, na carícia do teu olhar, que minha alma te pertence há muito.
Sonho com um gesto teu desde o primeiro momento e aguardei, na ânsia, por uma palavra tua, que tardou em chegar. Por mais incrédulo o meu sentir, nunca consegui matar a esperança que julguei vã, e hoje, meu amor... Hoje!... Hoje tornaste o meu mundo mais feliz, porque sinto agora que estás no meu universo.
Aguardo-te na nossa praia, onde já misturei com o mar as lágrimas de saudade ao pôr-do-sol.”
Oh! Ternura. Doce brisa que afaga a minha imaginação... Oh! Loucura dos dias que passo entre o mar e a areia a olhar o teu rosto imaginado, o teu corpo esculpido no querer da minha imensidão feita de um rochedo perdido...
Tu nunca chegaste! E a tua resposta foi criada pela minha loucura, isenta de qualquer realidade. Morri na nossa praia. E o corpo perdeu-se nas areias da imprecisão.
Tu nunca chegaste... mas as ondas visitaram-me sempre, e foram elas que alimentaram a minha esperança, o meu desejo e a minha vida, perdida... nesta ilha do amor...
domingo, fevereiro 03, 2008
Solto-me das Amarras
Não me digam que o céu é azul sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Esperança
domingo, janeiro 27, 2008
Transformação
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Nunca serás meu...

terça-feira, janeiro 08, 2008
O amor não existe...
O amor não existe!domingo, dezembro 23, 2007
terça-feira, dezembro 04, 2007
EnCruZilhAda
Gostei deste desafio e escolhi 5 blogs de amigos, onde me parece que possa ficar bem este tipo de desafio..
A Cor da Letra
A Mudança
Memorias Secretas
Mulheres de Preto
Poesia de Paulo Afonso

Sou estrela
Da Constelação de Escorpião
Do céu azul que te guia.
Sigo os teus passos de longe
Ansiando pelo teu toque suave
Na minha pele,
Em que cegos de desejo
Envolvemo-nos na madrugada
Que te pertence.
A saudade alimenta-se de mim
Porque ontem julguei-te meu
E apenas com a lua
Como testemunha suprema
Do nosso amor te pedi, baixinho:
- Faz-me um poema...
Li nos teus olhos o desejo
De teres apenas mais um corpo
Para te acompanhar na solidão.
Já não precisamos de palavras…
De ti resta-me a memória,
Resta-me o silêncio!
quinta-feira, novembro 22, 2007
Sou Estrela...
Sou estrela que segue caminho errante E que no negro céu anda perdida,
Suspensa, sem o brilho do diamante,
Luz que se foi e ficou esquecida.
Luar opaco, outrora brilhante,
Ilumina meu céu, aquece-me a vida.
Dá-me, mesmo que por um instante,
Motivo que veja como te sou querida.
Entrego à escuridão, com desalento,
Minha alegria e vontade de viver
E sou feliz, por um momento...
Mas põe-se o sol, deixo de ver,
Cega-me o brilho baço, sonolento,
Ainda sou estrela, apagada, sem querer...
quinta-feira, novembro 15, 2007
Sigo os teus passos

Envolvida neste enorme desejo
De te agarrar e num beijo
Soltar toda esta loucura.
Os lábios tremendo, excitados,
A boca seca, angustiada,
A pele doce, arrepiada,
Nossos corpos embrulhados.
Num ímpeto prendes-me os pulsos,
Apertas-me contra a parede
E matas-me esta sede
Em fortes e profundos impulsos.
Perdida na minha vontade,
Entrego-me, sem me debater,
E ansiosa neste querer
Acordo para a realidade.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Ontem julguei-te meu...

Ri-me dos que sofrem
Por não terem quem os ame,
E brindei com o mais caro champanhe
À alegria sadia
De um amor correspondido,
Secretamente.
Aplaudi de pé
Todas as amizades conquistadas
E gritei ao vento
"- Sou Feliz!"
Hoje acordei...
Vi que o amor não existe!
Não passa de uma palavra Inventada por poetas
Para terem o que escrever
Quando a inspiração os abandona.
Senti que apenas sopra o vento outonal
E que dentro de mim
Há apenas espaço
Para o vazio agreste
Que inultilmente
Me apulhala o coração ensanguentado.
Ontem julguei-te meu...
Porque sonhei!
quarta-feira, outubro 31, 2007
Constelação de Escorpião
Guio-te as mãos, ansiosas,Pelas dunas do meu corpo
E sigo teus gestos, irrepetíveis,
Numa entrega escutada
Apenas pelo vento
Que sopra silenciosamente
Percorrendo o areal,
Testemunha suprema
Da ternura dos teus beijos.
Mergulhas no meu oceano,
Temperado brandamente,
Pelas cálidas temperaturas
Do celeste equador.
Aqueces-te no fogo que ateámos
Com as mãos e os beijos
E envolves-me na força gravitacional
Da Constelação de Escorpião.
Num abraço sentido
Tocamos o acorde final
E enfim, caímos no sonho,
Adormecidos na plenitude
De um amor que só nós conhecemos.
sexta-feira, outubro 26, 2007
Lançamento do livro Navegando nas Palavras, de António Paiva

Com o seu livro irá ajudar mais uma instituição, desta vez a Ajuda de Berço, que acolhe crianças em risco dos 0 aos 3 anos de idade.
Estão todos convidados!
Dia 3 de Novembro às 17 horas
Lançamento por um conjunto de Poetas:
Dia 8 de Novembro às 21:30 horas
FNAC NorteShopping
APRESENTAÇÃO ANADIA
Dia 10 de Novembro às 17 horas
Museu do Vinho - Anadia
APRESENTAÇÃO COIMBRA
Dia 11 de Novembro às 17:30 horas
FNAC Coimbra
APRESENTAÇÃO VILA NOVA DE POIARES
Dia 12 de Novembro às 12 horas
Escola Dr. Daniel de Matos - Vila Nova de Poiares
APRESENTAÇÃO MADEIRA
Dia 17 de Novembro às 17 horas
FNAC Madeira - Funchal
Apresentação por Policarpo Nóbrega
quinta-feira, outubro 18, 2007
A saudade alimenta-se de mim

Fecho os olhos e toco-te...
Quase te alcanço
Na distância dos dias
Que passam, sem te ver.
Sei de cor os traços do teu rosto,
As linhas subtis
Que marcam cada sorriso.
Conheço cada gesto
Como se fosse meu.
E no entanto,
Os dias passam
E a saudade alimenta-se de mim,
Corrói cada centímetro
Da minha pele,
Cada milímetro
Da minha alma...
O coração?
Esse já não existe!
Foi contigo...
terça-feira, outubro 09, 2007
Resta-me o silêncio

Que me mata, dilacera, atrofia.
Não mais ouvirei a tua voz,
Acabou a minha poesia.
Ficaram as memórias, recordações
Antes recheadas de esperança.
Dos nossos apaixonados corações
Ficou apenas a triste lembrança.
Resta-me o silêncio, cruel amigo,
A quem entrego de vez o coração
Parco em palavras e alegria.
Não esqueço que fui feliz contigo
Mas não passaste de uma ilusão,
Doce quimera, triste utopia.



