
terça-feira, agosto 25, 2009
Homem-Anjo

sexta-feira, agosto 21, 2009
És só meu!

sábado, julho 04, 2009
Momentos de prazer, vida de dor
Imagem de Isabel FilipePartilhei a seringa
Foi só uma vez…
Eu zelava por mim
Foi só uma vez
sexta-feira, junho 26, 2009
Sábado, na Casa do Alentejo

O autor, Gonçalo B. de Sousa, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Canção do Exílio”, a ter lugar na Casa do Alentejo, Rua Portas de Santo Antão, 58, Lisboa, no próximo dia 27 de Junho, pelas 19:00. Obra e autor serão apresentados por José Félix.
segunda-feira, junho 22, 2009
Ciúmes

e destróis-me com a vaidade
do teu ego desmedido,
lançando olhares e gentilezas,
palavras e graças
que m’atraiçoam.
Enquanto ardo na fogueira
que ateei com despeito,
rogo para que as chamas
te queimem o orgulho
e que os desvios dos caminhos
te tragam tão somente a mim.
A cegueira que m’atinge
levanta o punhal
e crava-to no peito!
quinta-feira, junho 18, 2009
Convite para inauguração da nova Biblioteca na Amadora
Esta biblioteca é um espaço de cultura e convívio, que se quer partilhado por todos. Além da normal actividade de uma biblioteca – disponibilização de periódicos, sala de leitura e multimédia, pretende-se igualmente reforçar uma actividade que vinha já sendo desenvolvida na antiga Biblioteca Municipal: a promoção de actividades, principalmente junto dos mais novos, que promovam o gosto e o interesse pela leitura e pelos livros.
Na mesma ocasião, e no mesmo local, é inaugurada a exposição colectiva de escultura ao ar livre EsculturaLivre. Esta mostra, que se irá manter até ao dia 31 de Dezembro, é mais uma aposta na promoção da cultura, trazendo-a junto das pessoas, e conta com grandes nomes do panorama artístico nacional e internacional.
No interior da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, será inaugurado o Painel de Azulejos de Manuel Cargaleiro e a exposição “Fernando Piteira Santos – Português, Cidadão do Século XX”.
Apareçam! A Amadora merece!
Morada: Av. Conde Castro Guimarães, freguesia da Reboleira, em frente à Academia Militar
domingo, junho 14, 2009
Decifra-me
sábado, junho 13, 2009
Uma tarde de sábado especial

quarta-feira, junho 03, 2009
Cleo e José Torres em Lisboa, no Sábado
Esta sessão contará com impressões sobre a obra de Lurdes Dias (Cleo), Magda Pais e Vera Sousa Silva: três mulheres à volta de um livro.
Obra e autora serão apresentadas pela escritora Mel de Carvalho.
Nascida em Lisboa, é numa pequena aldeia (Pai das Donas, Arganil) que passa a sua infância e adolescência em permanente contacto com a natureza no seu estado mais puro. Frequentou a Esc.Sec. de Arganil até ao 9º ano. Mais tarde, regressa a Lisboa, mas sempre com a sua alma presa ao campo, que lhe marcou uma etapa importante da vida. Com a descoberta das novas tecnologias e das ferramentas que as mesmas lhe davam para abraçar o mundo, não hesitou e começou a dar vida a um outro “eu” que habitava dentro de si, mas que até então desconhecia… Criou o seu primeiro blogue na Internet, chamado ECOS, e se mostrou ao mundo sob o “nick” de medusa, começando assim uma caminhada fascinante pelo mundo das letras. Mais tarde conheceu alguns sites de poesia e ingressou neles, partilhando os seus escritos singelos, e que ao mesmo tempo ia publicando no seu blogue principal, IMPULSOS (http://impulsosdalma.blogspot.com). Participou em algumas publicações colectivas, mais precisamente nos livros: “A Arte pela Escrita”, “Colectânea 2008 Luso Poemas” e “Nas Águas do Verso”, todas elas promovidas pelos sites de que faz parte, Luso Poemas e EscritArtes. É conhecida no mundo cibernauta pelo nome de Cleo e do qual não se pode desligar, por fazer parte de si mesma.
Após o lançamento do livro haverá um jantar no mesmo local, para todos que queiram participar!
segunda-feira, junho 01, 2009
Sou criança

Não quero saber de guerras nem de lágrimas, de crianças órfãs, de membros mutilados, de mortos estendidos pelas estradas... Que se mate quem as faz, quem as provoca, quem cria armas mortais!
Não me importa se a América está em crise e leva o resto do Mundo com ela, num abismo absoluto da qual não vemos saída. Mate-se quem gere desta forma vergonhosa o nosso dinheiro, quem nos enfia nesta perigosa curva sem fim à vista e deixem-nos trabalhar, produzir e comer o nosso pão.
Deixem-nos Viver!
Hoje sou criança e quero a inocência que lhes pertence, quero desconhecer a podridão que me rodeia, quero esquecer que existem Homens cruéis, capazes de tirar uma vida, capazes de excomungar vítimas, capazes de torturas e mutilações.
Hoje sou criança e quero um Mundo onde as pombas brancas esvoacem graciosamente, onde as borboletas nos pousem no nariz e onde saibamos sorrir com vontade. Onde podemos caminhar descalços sem medo de pisar lixo ou armadilhas de qualquer espécie, onde o mar é azul e límpidos e as águas dos rios cantam músicas de embalar às flores plantadas nas margens.
Hoje soltei as amarras do pensamento e brinquei feliz num mundo muito melhor!
quinta-feira, maio 28, 2009
José Félix e Paulo Afonso Ramos em Lisboa

Obra e autor serão apresentados pelo poeta Rui Sousa

O autor, Paulo Afonso Ramos e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Caminho da Vontade”, a ter lugar no auditório sito a Campo Grande n.º 56, Lisboa, no próximo dia 30 de Maio pelas 19.00 horas.
Obra e autor serão apresentados pela Dr.ª Conceição Matos.
A sessão contará com a presença de Inês Ramos, que declamará alguns poemas deste tomo.
Há também a possibilidade de, quem quiser, almoçar no mesmo local.
Se puder, apareça!
sexta-feira, maio 22, 2009
Coberta de negro
Cobre-se de negro a face pálida…
Perdem-se as palavras
No vazio do silêncio,
E escondem-se as mãos
Em bolsos sem fundo,
Algemadas pela dor da saudade.
Acorrentam-se sentimentos
A sombras tenebrosas,
Omitem-se palavras e gestos
E esvazia-se a alma
Num
Onde nem a luz penetra.
Vem a morte deitar-se na cama
Tomando o ensejo da cobiça.
Deixo-me estar, invadida e resoluta,
Até que me sorva integralmente,
Sem contestar,
Embriagada pela condolência
E navego no instante da futilidade
Intoxicada pelo teu veneno.
Sou perversidade sem palavras
Exigindo a morte silenciosamente.
Vera Sousa Silva
sexta-feira, maio 15, 2009
Há a Palavra

Embutida no vazio,
Castrada do sentido
E mergulhada
Na cegueira.
Há o gesto simples
De ternura
Na fé oca e dura,
Pérfida na dualidade
Dos jogadores.
Há o engano
E a artificialidade
No lirismo insonoro
Na composição
Intrigada de reticências.
Há as bocas abertas
De espanto,
A consternação aflita
E o prurido que morde
A face, no esconderijo.
E há a Palavra
Viva e capaz,
O verso perfeito
Que espera em silêncio
A sua hora…
segunda-feira, maio 11, 2009
Estúdio Raposa vítima de roubo

Foi com pesar que recebi este mail, que transcrevo abaixo, do Luís Gaspar. Agradeço a todos que denunciem. Isto é Plágio, Roubo e sem qualificação possível.
"Chegou ao meu conhecimento, há poucos dias, que uma empresa está a comercializar ringtones (toques de telemóvel) utilizando para o efeito TODOS os programas disponibilizados neste audioblogue. A cobrança do serviço (4 euros por semana) é feita pela Vodafone, TMN e Optimus, pelo que estas empresas são coniventes nesta acção ilegal dado que nunca dei qualquer autorização para que tais trabalhos fossem vendidos fosse de que forma fosse. Nem tal poderia fazer porque também vítimas deste embuste são, naturalmente, todos os autores que me têm cedido os seus trabalhos graciosamente. Na medida das minhas possibilidades estou a tentar travar esta vigarice assim como a responsabilizar os autores por este roubo de propriedade intelectual.
Daqui aviso (e peço que passem palavra): não adquiram ringtones a uma firma denominada Polytones ou BeMp3. Pessoa do meu conhecimento que, enganada, subscreveu o serviço, viu ao saldo do seu telemóvel, ser retirado (acção da Vodafone) 8 euros e de ringtone… nada! Cuidado! Trata-se de um embuste!"
sábado, maio 09, 2009
Pedaços do Meu Sentir, de Vítor Cintra

O livro, em cuja capa se reproduz uma tela da pintora Alvani Borges, tem prefácio do poeta António Paiva e será apresentado pelo poeta Xavier Zarco.
sexta-feira, maio 01, 2009
Histórias do Deserto, de Carlos Teixeira Luís

Num dia de ventania
Trazes-te nua e submissa
Dentro de uma capa desenhada
Por uma criança
Trazes-te poema
Dentro dum coração
Que ritma tempestades
Sou eu que te vejo
E imagino
E acordo os olhos
Para te beber
És minha
Ou só sabes os compassos
Da viagem?
Velejas em direcção
Ao céu
Ou apenas voas
Como queres
Sem respirar do sangue
De Deus?
Vá, diz-me.
de Carlos Teixeira Luís
O autor, Carlos Teixeira Luis e a editora Atelier de Produção Editorial convidam V. Exa. a assistir ao lançamento do livro “Histórias do Deserto”, no dia 8 de Maio pelas 19 horas, no auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, no Antigo Solar da Nora, Estrada de Telheiras, 146, em Telheiras, Lisboa (junto à saída da estação de metro: Telheiras).
A apresentação será feita pelos poetas António MR Martins e Vera Silva.
“Histórias do Deserto” é um livro misto de poesia, contos e pequenos textos.
quarta-feira, abril 29, 2009
Pressinto-te, Morte
Pressinto-te Morte, em espasmos de pranto,
Numa dor que sangra em fogo
Pesado, que m’esventra
E insuportavelmente m’alegra
Na chegada tranquila,
Em passos que ceifam almas
À passagem, e avança lenta
Na minha direcção.
a tempo da salvação
com lábios de feiticeiro)
Com alma que jaz, oculta
Entre promessas de amor eterno,
E já moribunda, pronuncio
Teu nome e rogo-te afincadamente
Que me leves daqui,
Onde a vida m’esbofeteia
Em cada esquina
Sem lágrimas nem contemplações.
(e como as trevas são tão mais belas
E mais puras que a imundice
Com que teus olhos m’enxergam)
Sorrirás perante a visão do cadáver
Em misto de alívio e conforto,
Num contentamento sublime
E merecedor, e a respiração
Segura caminhará nas portas
Do poema, escancaradas em ouro
Puro, para te receber
Com vénias serviçais.
terça-feira, abril 28, 2009
Convite - 7 Pecados
Site Oficial:
www.7pecados.blogtok.com
A antologia
A palavra vem do nome da mais antiga antologia que se tem conhecimento, organizada pelo poeta grego Meléagro.
Sites/Entidades promotoras:
BlogTok + Associação às-artes + Assoc. X + Núcleo MIL de Barcelos
www.blogtok.com
www.as-artes.blogtok.com
www.silaba.org
www.movimentolusofono.blogtok.com
Brevemente novas entidades darão corpo a este projecto.
Você está convidado a participar do ciclo poético consagrado aos 7 Pecados Capitais
Um projecto Lusófono.
Ciclo poético dos 7 Pecados Capitais
Os 7 Pecados Capitais:
Vaidade-Avareza-Ira-Preguiça-Luxúria-Inveja-Gula + Pecados
Serão 7 os Ciclos, conforme acima exposto.
Após o "término" destes ciclos avançaremos para a Publicação da Antologia
Critérios de participação
Dados necessários para participação virtual nos Ciclos
1- Local de nascimento, cidade.
2- Enviar até máximo de 3 poemas sobre cada ciclo.
3- Podem/devem enviar uma foto por poema ou escolher as pinturas indicadas dos artistas participantes.
4- Cada ciclo será divulgado na internet em site próprio assim como nos sites das entidades/promotores.
5- Os ciclos poéticos serão divulgados, preferencialmente em site próprio, no BlogTok, Às-Artes e em diversos sites.
Obrigatório para Publicar na Antologia "Pecados":
1- Deverá mandar perfil com foto e email
2- Escolha de 1 poema para publicação
Antologia: (Publicação em Livro)
Os 7 Pecados Capitais:
Vaidade-Avareza-Ira-Preguiça-Luxúria-Inveja-Gula
É uma produção Lusofona de cariz preferêncalmente virtual.
Depois de cumpridos os 7 ciclos, faremos uma ANTOLOGIA dedicada aos mesmos
Cujo tema serão os “Os 7 pecados capitais”.
Esta antologia será impressa em papel (LIvro) e cada autor participará da mesma com
1 texto (poesia) à sua escolha. Pode ser texto geral dedicado aos 7 pecados em conjunto
A Antologia será paga da seguinte forma:
(participação facultativa)
Cada autor pagará o valor simbólico do custo de um Livro que lhe será entregue ao domicilio. O valor a pagar será o menor possível visto que este é um projecto de todos e para todos sem qualquer fim lucrativo da parte do mesmo. Tudo faremos para apresentar um preço base bastante simbólico e procuraremos patrocinadores para o efeito.
O autor não é obrigado a participar da mesma visto que é um acto livre e pessoal.
Participar nos Ciclos não obriga a participar na Antologia. Nem é obrigatório participar em todos os ciclos
Forma de entrega dos textos:
Para QUALQUER dos seguintes emails:
giselemos@yahoo.com.br
ibernise@hotmail.com
jsl@blogtok.com
flaviolopesdasilva@sapo.pt
joseilidiotorres@sapo.pt
Outros a divulgar brevemente
Atenção:
Faremos revisão dos textos dentro do humanamente possível. Não faremos críticas, exclusão ou qualquer forma de censura.
Cada um deve-se responsabilizar pelos textos enviados.
Revisão e digitação, ficarão por conta dos autores dos poemas.
Faremos a diagramação e a respectiva a capa.
A postagem do texto nos sites promotores assim como em diversos Blogs de autores
Opiniões e outras questões não discutidas aqui, podem ser enviadas por email.
Distribuição futura por eBook, PDF, Word, etc dos livros virtuais afectos a cada ciclo
Agradecemos e aguardamos
Um projecto Lusofono
Artistas participantes:
http://afmach.blogtok.com/
http://kuak.blogtok.com/
http://martinlaspina.blogtok.com/
http://raspinja.blogtok.com/
http://stvnski.blogtok.com/
http://uamusse.blogtok.com/
http://yoko.blogtok.com/
http://pedroildo.blogtok.com/
e outros artistas presentes no BlogTok.com
Brevemente mais participantes
Quem desejar participar pode enviar email para o efeito
PARTICIPA
Site Oficial
www.7pecados.blogtok.com
Estes ciclos serão intermináveis. Estarão expostos na Internet e abertos a participação para quem assim desejar:
Inscreve-te e publica. Se não consegues fazer isso envia mail para a nossa equipa.
segunda-feira, abril 27, 2009
Temas Originais

domingo, abril 26, 2009
Alienada

com sangue irrequieto pulsando,
espiando a nudez do mundo
e esgueirando-se nos esconderijos
paralelos das sombras.
Fui a louca que viveu
amedrontada pela mágoa,
refugiada na dor do sossego
que mente às consciências
tresloucadas dos sentimentos.
Fui a louca que amou
numa overdose de quimera,
cega pela incandescência da mentira
proferida por lábios embaciados
de trevas devoradoras.
Fui a louca que morreu
esquecida num deserto qualquer,
gelada e desperta pela lâmina
com que m'amputaste a alma
apenas com um silêncio.





