
quinta-feira, maio 29, 2008
Convite - João Videira Santos

domingo, maio 25, 2008
Liberdade de mulher

quarta-feira, maio 21, 2008
Já não sei de mim

Se vivo rodeada de altas muralhas
Num mundo só meu,
Com os alicerces enterrados no tempo,
Onde ninguém penetra
Para além do silêncio.
O céu pode cair,
Mas as estrelas manter-se-ão penduradas
Em fios de sol e de lua,
E eu…
Eu?
Já não sei de mim.
Há muito que me perdi
Numa rua qualquer.
quarta-feira, maio 14, 2008
Convite Rio de Sal

São palavras compostas a partir de sentimentos passados, vivências do presente… enfim, com base em recordações, mas também num futuro que se avizinha próximo. Futuro esse o lançamento do "Rio de Sal".
Afinal que palavras foram escritas? Compostas? Que sentimentos transmitem?
Foram sentimentos profundos, palavras de Amor, Paz, Guerra, as quais deram origem a estas belas composições poéticas.
Nesta obra nota-se a frequência de sentimentos muito variados, carregados por sua vez de simbologia, riqueza, pureza e magnitude.
Há poemas que merecem relevante destaque tais como a referência ao "Grito da Liberdade", "Beijei e… Morri", "Lobos em pele de Cordeiro", "Mulher de Outono, Magia e Encanto no Teu Caminhar" , "Mundos de Silêncio e de Escuridão", "Tejo", "Livro Abandonado".
Todas as palavras são carregadas de simbolismo e uma pureza indescritível. Tudo é humano, simples e singelo tal como a natureza do nosso autor, talvez devido ao facto de ser escuteiro realce ainda mais o seu apego à natureza, a tudo que o rodeia. É devido à sua alma pura, ao seu coração humano, sincero e verdadeiro, que nos poemas nós sentimos uma grande força e realismo dos factos daí conseguirmos ver a realidade através dos olhos do autor.
sábado, maio 10, 2008
No coração da alegria
sexta-feira, maio 09, 2008
Convite Encontro de Olhares

Queridos amigos,
Convido-os a todos para o evento Encontro de Olhares a ter lugar no próximo dia 10 de Maio, pelas 16 Horas, no Auditório da Câmara Municipal da Amadora.
Participantes:
- Dionísio Dinis
- Ilda Oliveira
- Manuela Fonseca
- Ana Dias
Autores participantes:
• Luís Ferreira
• Rosa Maria Anselmo
• Conceição Bernardino
• Paulo Afonso
• Pedra Filosofal
• Vera Silva
• Vanda Paz
• António Paiva
• Mel de Carvalho
Câmara Municipal da Amadora – Av. Movimento das Forças Armadas (junto à estação de comboios)
Lá nos encontraremos todos!
Um abraço a todos
domingo, abril 27, 2008
Na distância do teu corpo

Não importa a distância do teu corpo
Se bebo sem cessar
As lágrimas que jorram desses rios
Que emolduram meu rosto.
As marés retornam
E aguardo no cais
Ao cair da noite.
Mais uma vez agarro-me ao sonho
E voo nas asas do desejo
Ao teu encontro.
E na distância do teu corpo
Mais uma vez te amo
Na cama negra da madrugada
Que entoa os cânticos fúnebres
Dos amantes perdidos
No oceano que nos separa.
domingo, abril 06, 2008
Palavras secretas

E na preciosidade das palavras secretas
Sem mais gestos clandestinos
O sal queima-me a pele
E lanço-me ao vazio vago da escuridão,
sábado, março 29, 2008
Sintonia

Cai a nossa roupa, espalha-se pelo chão,
Rebolam os versos nos nossos corpos
Em alegre sintonia.
Sinto-te na minha carne, quente...
Entras devagar, dentro de mim
E sacias-me a fome e o querer.
Transpiras-me,
Inspiras-me!
Realizo-te as fantasias mais loucas
Numa entrega indiscreta,
E quente, ardente...
Tomo-te e imaginas-me tua.
Inventamos caminhos indecentes
Para percorrermos juntos
E chegarmos, loucamente, ao fim
Inspiras-me!
Transpiras-me!
sábado, março 22, 2008
Verso Ausente

Ouvem-se os brados longínquos
Das vozes passadas
Que nos restam na memória
E nos marcam o espírito.
Profusas palavras
Ecoam pelos sentidos
Vazando a razão
E preenchendo o sonho,
E, num verso ausente,
Entregamo-nos unos,
Inquietos, perfeitos...
Silenciamos o compasso
Do coração perene,
E nada nos resta,
Para além da vida e do amor.
Vera Silva
segunda-feira, março 17, 2008
Se eu pudesse...

sexta-feira, março 14, 2008
Morte na Escola

domingo, março 09, 2008
Abismo
domingo, março 02, 2008
Amor... Sem ti

quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Em silêncio

Deixa-me amar-te assim... em silêncio...
sábado, fevereiro 16, 2008
Prémios
Este prémio veio da minha grande, super e máxima Amiga Pedra FilosofalAbrindo Janelas
A Cor da Letra
Entre o Céu e o Mar
Os Pastéis
Outros Olhares
Pesadelo
Terra da Magia
Do meu amigo Vítor, do blog Um Poema de Vez em Quando
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que consideras serem bons. Entende-se como bom os blogs que costumas visitar regularmente e onde deixas comentários.
2. Só e somente se recebeste o prémio “Diz que até não é um mau blog”, deves escrever um post:
- Indicando a pessoa que te deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
- As regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deves exibir orgulhosamente a tag do prémio no teu blog, de preferência com um link para o post em que falas dele.
4. (Opcional) Se quiseres fazer publicidade à criatura com demasiado tempo livre para gastar em parvoíces, e que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet, podes fazê-lo no post que ele fica agradecido :)
E agora as minhas escolhas:

E por último, mas não menos importante, o prémio que recebi da Maria, do Cheiro da Ilha, que passo a 10 blogs:
Espero que gostem de todos e que desfrutem de bons momentos! Gostava de vos nomear a todos, mas regras são regras...
Um beijo a todos
Vera
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Ilha do Amor
Sim! É o medo que me norteia! Estou amparada na pessoa que não age para não ferir ou que se deixa ir ao sabor do vento mesmo que, por isso, me obrigue qualquer consequência.
Não sei se alguma vez irás ler estas linhas em que me deleito como que numa cena de amor, e é no teu peito que imagino a frase erudita que busco na minha cabeça, estremecida, mas que ainda consegue fabricar alguns tímidos desejos... Quero-te!
Nem imaginas o que penso escrever enquanto percorro o teu árduo corpo, sim árduo, porque o imagino entre a resistência e a loucura... a um passo, apenas, de ser só meu.
Oh! Loucura. É como me chamo, é como me sinto, quando quero gritar-te... Eu Amo-te! Oh, mágica imaginação que transforma essa sensação em lágrimas constantes... Já te disse aqui que é o medo que me norteia. Mas não há medo que chegue que me impeça de sonhar!
E na coragem emprestada vou imaginar que estas frases chegaram ao seu destino e que quis o tempo trazer-me a resposta. Quero ler-te assim:
“Meu amor... trouxe-me o vento os suspiros do teu desejo e as palavras que sempre ambicionei ouvir e agora posso tê-las. Soube desde o primeiro instante que tu eras o meu destino e descobri, na carícia do teu olhar, que minha alma te pertence há muito.
Sonho com um gesto teu desde o primeiro momento e aguardei, na ânsia, por uma palavra tua, que tardou em chegar. Por mais incrédulo o meu sentir, nunca consegui matar a esperança que julguei vã, e hoje, meu amor... Hoje!... Hoje tornaste o meu mundo mais feliz, porque sinto agora que estás no meu universo.
Aguardo-te na nossa praia, onde já misturei com o mar as lágrimas de saudade ao pôr-do-sol.”
Oh! Ternura. Doce brisa que afaga a minha imaginação... Oh! Loucura dos dias que passo entre o mar e a areia a olhar o teu rosto imaginado, o teu corpo esculpido no querer da minha imensidão feita de um rochedo perdido...
Tu nunca chegaste! E a tua resposta foi criada pela minha loucura, isenta de qualquer realidade. Morri na nossa praia. E o corpo perdeu-se nas areias da imprecisão.
Tu nunca chegaste... mas as ondas visitaram-me sempre, e foram elas que alimentaram a minha esperança, o meu desejo e a minha vida, perdida... nesta ilha do amor...
domingo, fevereiro 03, 2008
Solto-me das Amarras
Não me digam que o céu é azul sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Esperança



